- A Copa do Mundo de 2026 será realizada na Cidade do México, com o Estádio Azteca recebendo a abertura pela terceira vez na história, após 1970 e 1986.
- A capital receberá mais de 1.000 murais, inspirados no jogo mesoamericano de bola, em uma iniciativa que visa transformar a cidade em uma “grande tela”.
- Renovações em 12 museus e 46 sítios arqueológicos pelo país estão em andamento, com expectativa de receber mais de 5 milhões de visitantes durante o evento.
- O Museo Jumex apresentará a exposição Football & Art. A Shared Emotion, de 28 de março a 26 de julho, com novas comissões artísticas.
- O projeto cultural inclui uma instalação participativa na praça do museu, com arquibancadas feitas de assentos reciclados do Estádio Azteca, e integra o programa da Copa coorganizada com Canadá e Estados Unidos.
A Copa do Mundo de 2026 terá abertura no Estádio Azteca, em Cidade do México, após obras de renovação. O evento marcará a primeira vez que um estádio recebe três partidas de abertura (1970 e 1986 já ocorreram em outros contextos). As partidas passam por México, Guadalajara e Monterrey.
A cidade de México amplia a agenda cultural paralela ao torneio, com mais de 1 mil murais prometidos. A iniciativas visa transformar a capital em um grande painel, com inspirações no jogo ritual mesoamericano.
As obras integram o programa de infraestrutura cultural do país, com reformas em 12 museus e 46 sítios arqueológicos, segundo a Secretaria de Cultura. O turismo projeta mais de 5 milhões de visitantes com a Copa.
Com foco na cultura, o Museo Jumex sediará a mostra Football & Art. A Shared Emotion, de 28 de março a 26 de julho, curadoria de Guillermo Santamarina, oferecendo obras ligadas ao tema.
Programação cultural
Entre as novidades, o coletivo mexicano Tercerunquinto criará uma instalação participativa na praça do museu, com arquibancadas feitas de assentos reciclados do Estadio Azteca.
A iniciativa cultural inclui ainda a abertura, em maio, do novo Museo Textil de los Pueblos Indígenas y Afroamericanos, dedicado a têxteis indígenas e afrodescendentes. A programação nasceu para acompanhar a Copa.
Apesar do pacote cultural, a competição enfrenta críticas sobre preços de ingressos, desafios logísticos e questões migratórias na região norte, onde o torneio é compartilhado com Canadá e EUA.
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