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Feira de Arte da Índia reforça papel como vitrine de talentos do sul da Ásia

Feira de arte de Delhi amplia visibilidade de talentos sul-asiáticos, fortalecendo o protagonismo de arte indígena e abrindo portas para museus e mercados globais

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Inherited Arts Forum, a collaboration between the New Delhi galleries Blueprint 12 and Exhibit 320, returns to this year’s edition of India Art Fair
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  • A India Art Fair (IAF), em Nova Délhi, chega à 17ª edição de 5 a 8 de fevereiro, com 87 galerias, sendo a maior já realizada.
  • O evento é visto como ponte para o talento da Ásia do Sul levar sua arte ao mundo, conforme a diretora Jaya Asokan.
  • A participação indiana na Bienal de Veneza ganha destaque com a national pavilion integrada por cinco artistas, que já tiveram presença forte na IAF.
  • A arte indígena ganha reconhecimento interno, impulsionada por iniciativas do governo e por exposições como Silent Conversation: From Margins to the Centre.
  • A Ojas Art, referência na formação de público para arte tribal, apresenta uma mostra de três gerações de artistas Warli, em parceria com a Kochi-Muziris Biennale, que também sustenta o programa de performances da feira.

A 17ª edição da India Art Fair (IAF) em Nova Delhli será a maior já realizada, com 87 galerias entre 5 e 8 de fevereiro no NSIC Exhibition Grounds, em Okhla. O evento visa ampliar a exposição de arte sul-asiática, destacando talento indígena e o interesse global pela produção da região.

A diretora da IAF, Jaya Asokan, afirma que a edição abre novas pontes para a arte sul-asiática, levando-a ao cenário internacional. A mostra demonstra a atuação da feira como espaço de lançamento para artistas que já ganharam destaque em exposições nacionais e internacionais.

A IAF reforça o papel de Nova Délhi como polo de surgimento de novos nomes, especialmente no que diz respeito a práticas indígenas. Standes dedicados apresentam trabalhos como esculturas de madeira de Thammampatti, em Tamil Nadu, e coletivos que promovem práticas tribais.

A programação inclui a participação de Ojas Art, galeria de Anubhav Nath, que tem investido no público educado para arte tribal desde 2015. Nath destaca o aumento de interesse institucional por arte indígena, sobretudo após a Covid-19, com preços ainda acessíveis para aquisições com fundos discricionários.

A feira mantém seu programa de performances em parceria com a Kochi-Muziris Biennale, até 31 de março. O centro da programação envolve a peça Breakfast in a Blizzard, instalada ao ar livre, com cozinha e performances de artistas como Yuko Kaseki, Uriel Barthélémi e Suman Sridhar.

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