- Após o fechamento abrupto da University of the Arts de Philadelphia em 2024, com ativos estimados em US$ 87 milhões em imóveis no centro, nove edifícios foram vendidos em leilão, apontando para uso residencial e comercial fora das artes.
- Scout comprou os imóveis por US$ 12.25m e está transformando Hamilton Hall e Furness Hall no Village of Industry and Art, voltado a escritórios, estúdios e habitação acessível para a comunidade criativa.
- Via, espaço cultural, já recebe inquilinos como BlackStar Projects, Monument Lab e a Philadelphia chapter da American Institute of Architects, com 45 apartamentos previstos, sendo 35 de habitação acessível e 10 para residências de artistas e estadias de curto prazo.
- Hamilton Hall, de 1826, é o edifício mais antigo da Broad Street; Furness Hall, de 1875, completa o conjunto simbólico ligado à história da UArts.
- A aquisição foi marcada por uma cerimônia chamada Ceremony of Life, que reuniu público para celebrar o passado e refletir sobre o impacto do fechamento da instituição.
A Scout adquiriu os imóveis no centro de Philadelphia por US$ 12,25 milhões após o encerramento abrupto da University of the Arts, em 2024. O objetivo é transformar Hamilton e Furness halls no Village of Industry and Art, com escritórios, estúdios e habitação acessível para a comunidade criativa.
A UArts, com 150 anos de história, fechou por questões financeiras, custos operacionais elevados e baixa matrícula. Em meio a uma venda relâmpago, nove edifícios foram vendidos, com usos futuros voltados a áreas não artísticas. A transição alterou fortemente o cenário cultural local.
Hamilton Hall, construído em 1826, é o edificado mais antigo da Broad Street; Furness Hall data de 1875. Símbolos de identidade da UArts, as colunas de estilo grego de Hamilton inspiraram o logotipo da instituição.
Via: espaço para a comunidade criativa
Via já abriga inquilinos como BlackStar Projects, Monument Lab e a seção da American Institute of Architects de Filadélfia. A previsão é que o conjunto tenha 45 apartamentos, sendo 35 de habitação acessível e 10 destinados a residências de artistas e estadias de curto prazo.
O projeto prevê áreas para uso comercial e cultural, com estúdios e espaços de trabalho. A ideia é manter a energia criativa da cidade, conectando talentos a espaços acessíveis e iniciativas artísticas já existentes.
Segundo Lindsey Scannapieco, sócia gerente da Scout, salvar os edifícios para a arte era essencial. O movimento visa manter vivos os laços entre artistas, instituições e a comunidade local.
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