- O crítico-chefe de arte do Guardian, Adrian Searle, deixa o cargo após mais de 30 anos na publicação.
- Seu último artigo será publicado em 1º de abril, em uma retrospectiva sobre as três décadas de carreira e aprendizados.
- Searle descreveu escrever sobre arte para o Guardian como uma “voyage” estimulante durante um período de grandes mudanças sociais, políticas, culturais e tecnológicas.
- Entre momentos marcantes, ele comentou a obra de Tracey Emin no Turner Prize de 1999 e criticou a intervenção Shibboleth de Doris Salcedo, em 2007, no Tate Modern.
- Jonathan Jones permanece na editoria de arte, ao lado de Charlotte Jansen, Chloë Ashby e Eddy Frankel.
Adrian Searle, chefe de crítica de arte do Guardian, deixa o jornal após mais de 30 anos. A saída marca o fim de uma era na imprensa britânica, com Searle conhecido por textos considerados perspicazes e, às vezes, contundentes, que influenciaram o debate sobre arte contemporânea.
Ao longo de três décadas, Searle escreveu sobre artistas e obras que moldaram o cenário cultural. Entre as suas análises marcantes estiveram comentários sobre Tracey Emin e a Tate Britain, em 1999, e a instalação Shibboleth, de Doris Salcedo, na Tate Modern, em 2007. Ele descreveu o momento como desafiador e provocativo para a crítica de arte.
Searle confirmou que o texto final dele para o Guardian sairá no dia 1º de abril, quando fará uma retrospectiva de sua trajetória e aprendizados. Jonathan Jones permanece na cobertura de arte do Guardian, ao lado de outros críticos como Charlotte Jansen, Chloë Ashby e Eddy Frankel.
Mudança na cobertura de arte
- A saída de Searle abre espaço para nova leitura da crítica no Guardian, mantendo a equipe atual de especialistas na pauta de arte contemporânea.
- A redação não informou planos específicos para substituição, apenas que a equipe continua cobrindo o setor com continuidade editorial.
Entre na conversa da comunidade