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Vitalik Buterin pede que Ethereum vá além de clones

Buterin critica redes EVM clone e pontes com longos atrasos, defende inovação real e integração técnica profunda com Ethereum

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Vitalik Buterin
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  • Vitalik Buterin critica a prática de lançar novas redes compatíveis com EVM conectadas ao Ethereum via bridges otimistas com atrasos de retirada de uma semana.
  • Ele compara essa estratégia a fork de protocolos DeFi antigos e afirma que copiar chains EVM não gera inovação real; não é necessário criar mais L1s.
  • Buterin diz que a camada base do Ethereum já está em processo de escalonamento e deve oferecer mais espaço de bloco EVM ao longo do tempo, sem se fragmentar em inúmeras L1s.
  • Propõe foco em novidades de alto impacto, como designs que preservam a privacidade, ambientes de execução específicos de apps e sistemas de ultra baixa latência.
  • Destaque também para a integração técnica entre projetos e Ethereum: apoia arquiteturas de app chain com conexão de primeira classe, em oposição a chains que parecem integradas apenas por marketing.

Vitalik Buterin pediu aos desenvolvedores da Ethereum que avancem além de cadeias compatíveis com EVM criadas apenas para copiar outras plataformas. Em postagem recente, ele criticou a prática de lançar novas cadeias e conectá-las à Ethereum por meio de pontes otimistas com longos prazos de retirada.

Segundo ele, esse caminho leva a pouca criatividade e reduz o potencial de inovação. Buterin argumentou que não é necessário criar mais cadeias EVM copiadas nem novas redes de camada 1 para suprir demanda. A base da Ethereum já oferece capacidade de escalonamento suficiente para diversos casos de uso.

Construir algo verdadeiramente novo

Buterin incentivou a focar em sistemas que introduzam capacidades novas e profundas, como designs com privacidade, ambientes de execução específicos para aplicativos e redes com latência ultrabaixa. A ideia é ampliar o que as blockchains podem fazer, não apenas replicar modelos existentes.

Integração real com Ethereum, não apenas pontes

Outro eixo do posicionamento é a diferença entre a comunicação de projeto com Ethereum e a integração técnica efetiva. Ele apoia arquiteturas de app chain quando a conexão com Ethereum é de primeira classe, não um detalhe. Exemplo citado é uma arquitetura de mercados de previsão com dados no L1 e operações de alta frequência em camadas secundárias que leem o estado do L1.

Por outro lado, criticou projetos que atuam como redes independentes com integração Ethereum minimizada apenas para fins estéticos, como pontes simples para satisfazer expectativas do ecossistema.

Cadeias institucionais e transparência

Buterin também mencionou modelos de app chains voltados a instituições, como cadastros governamentais ou plataformas sociais. Tais sistemas podem fornecer provas criptográficas, incluindo raízes Merkle verificadas por STARK, para oferecer transparência algorítmica, mesmo que não sejam totalmente confiáveis ou neutras no conceito tradicional de Ethereum.

Essas cadeias, segundo ele, não são Ethereum, mas podem avançar uma visão de sistemas verificáveis e manter sinergia com a Ethereum.

Vocabulário e credibilidade

A mensagem pode ser resumida em dois pilares: criar algo que realmente gere valor novo e apresentar, de forma precisa, a relação técnica com a Ethereum. Para os desenvolvedores, credibilidade vem de arquiteturas que demonstrem esse vínculo de forma autêntica, não apenas do branding.

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