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M&S pede ação firme contra crime no varejo organizado

Marks & Spencer pede ação rápida do governo e da prefeitura de Londres para frear o crime no varejo após aumento de furtos e violência nas lojas

Screengrab showing scene in Clapham after crowds of young people descended on the area in a social media ‘link-up’ this week.
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  • Marks & Spencer pediu ação imediata do governo e do prefeito de Londres para conter o crime no varejo, alegando que está mais audacioso, organizado e agressivo.
  • O CEO, Stuart Machin, escreveu ao Home Secretary, Shabana Mahmood, e o director de varejo, Thinus Keeve, ao prefeito Sadiq Khan, pedindo mais recursos à polícia para atingir infratores repetidos e hot spots.
  • Na última semana, ocorreram casos como gangues abrindo gabinetes, arrombamento de prateleiras e agressões a funcionários, com vários incidentes em lojas.
  • Em Clapham, cerca de 100 agentes foram chamados; houve ações de centenas de jovens, incêndios no espaço público e prisões de seis meninas; Khan classificou os atos como inaceitáveis.
  • Dados oficiais indicam 519.381 furtos no ano até setembro de 2025, alta de 5% frente ao ano anterior, com mais de 1.6 mil trabalhadores do varejo enfrentando violência ou abuso diariamente.

Marks & Spencer pediu ao governo e ao prefeito de Londres que enfrentem com mais rigor o crime no varejo, alegando que os episódios estão se tornando mais ousados, organizados e agressivos após novo aumento de furtos e violência nas lojas.

O CEO da M&S, Stuart Machin, escreveu ao ministro do Interior, e o diretor de varejo, Thinus Keeve, dirigiu-se ao prefeito Sadiq Khan. A empresa solicita recursos adicionais para a polícia, com foco em recorrer a ferramentas para punir reincidentes e mapear áreas de maior risco.

Keeve descreveu na íntegra o que ocorreu na última semana, relatando tentativas de arrombamento, saque de mercadorias e agressões a funcionários. Segundo ele, os problemas são mais graves em Londres, mas presentes em todo o país.

Clapham e o impacto nacional

A polícia informou que, em Clapham, sudeste de Londres, um grupo de jovens envolveu-se em conduta antissocial, com uso de redes sociais para organizar ações. Aproximadamente 100 oficiais atenderam a ocorrências na terça-feira.

Quatro policiais e outras pessoas foram agredidas, com ações que incluiu incêndios no espaço público e uso de faróis de fogos de artifício. Seis meninas adolescentes foram presas em dois incidentes, segundo a polícia metropolitana.

Khan condenou os acontecimentos e disse que os culpados enfrentarão a lei. Autoridades trabalham com plataformas de redes sociais para reduzir conteúdos que estimulem violência e roubo.

Dados e contexto

Adam Hawksbee, chefe de assuntos externos da M&S, afirmou que o crime no varejo vem aumentando nos últimos tempos e afeta o cotidiano dos trabalhadores, gerando insegurança no trajeto para o trabalho e ao retornar para casa.

Dados oficiais indicam aumento de furtos no ano até setembro no Reino Unido, com 519 mil ocorrências, frente 492 mil no ano anterior. No acumulado de março de 2025 foram registradas 530 mil ocorrências.

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