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Vorcaro compara setor bancário a máfia em mensagens apreendidas pela PF

Prisão de Daniel Vorcaro na terceira fase da Operação Compliance Zero; mensagens obtidas pela PF associam banco a ‘máfia’ e revelam ligações políticas durante a compra pelo BRB

Daniel Vorcaro, presidente do Banco Master. Foto: Reprodução redes sociais
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  • Em 7 de abril de 2025, o ex-presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro, disse em mensagem obtida pela Polícia Federal que ter banco é “igual máfia” e que “não dá pra sair”.
  • As mensagens, trocadas com a namorada Martha Graeff, ocorreram quando o Banco de Brasília (BRB) tentava comprar o Master.
  • Vorcaro exaltou suas relações com políticos, citando o senador Ciro Nogueira (PP-PI), e reclamou de ataques de André Esteves, do BTG Pactual.
  • Vorcaro foi preso novamente na quarta-feira pela Polícia Federal, na terceira fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes relacionadas a um rombo de até 47 bilhões de reais ao Fundo Garantidor de Créditos.
  • A nova prisão baseou-se em mensagens encontradas no celular dele, apreendido na primeira fase; em defesas anteriores, ele já havia sido alvo de mandado de prisão, mas obteve liberdade provisória com tornozeleira eletrônica.

Daniel Vorcaro, ex-presidente do Banco Master, está no centro de novas informações obtidas pela Polícia Federal. Em mensagens recuperadas, ele sustenta que ter um banco é como uma máfia, e que não é possível abandonar o setor. O diálogo ocorreu em 7 de abril de 2025, quando o BRB buscava adquirir o Master.

Nas comunicações, Vorcaro também criticou ataques atribuídos ao banqueiro André Esteves, do BTG Pactual, ao Master, e elogiou supostas ligações políticas. Entre as menções, o senador Ciro Nogueira é citado como possível interlocutor próximo.

Vorcaro foi preso novamente pela PF nesta quarta-feira, durante a terceira fase da Operação Compliance Zero, que apura fraudes associadas a um rombo estimado em até 47 bilhões de reais no Fundo Garantidor de Créditos. Em 2024, o empresário já havia sido alvo de mandado de prisão e obteve liberdade provisória com tornozeleira eletrônica.

A nova detenção foi fundamentada em mensagens localizadas no celular dele, apreendido na primeira fase da operação. Segundo as informações, as mensagens também relatam ameaças a jornalistas e a pessoas que teriam divergido de seus interesses.

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