- França abriu investigação contra Elon Musk e a plataforma X por suspeitas de crimes cibernéticos e uso inadequado de IA e dados, com operação na sede da X em Paris.
- A ação envolve Linda Yaccarino, CEO da X, e mira possíveis violações às leis de privacidade e proteção de dados, em cooperação com autoridades europeias.
- Objetivo é verificar se a moderação de conteúdo e a coleta de dados de usuários pela X estão em conformidade com a legislação local e internacional.
- A X afirmou colaborar com as autoridades e informou que continua operando normalmente; Musk não se pronunciou oficialmente.
- O caso reforça a postura da França e da União Europeia de fiscalização de plataformas de redes sociais frente ao uso de IA e à proteção de dados.
A França abriu uma investigação contra Elon Musk, CEO da X (antiga rede Twitter), por suspeitas de crimes cibernéticos e uso inadequado de inteligência artificial e dados. A operação ocorreu na sede da X em Paris nesta quarta-feira (4).
Linda Yaccarino, CEO da X, aparece entre os envolvidos nas ações. A investigação é coordenada com autoridades europeias para verificar a conformidade da plataforma com normas de privacidade e proteção de dados.
Os investigadores buscam apurar possíveis violações às leis francesas, incluindo uso de IA na moderação de conteúdo e coleta de dados dos usuários. A X informou que colabora com as autoridades e atua em conformidade com a lei.
Contexto regulatório na Europa
A ação acontece em um momento de maior rigor regulatório sobre redes sociais e IA no bloco. Países como França reforçam a fiscalização para impedir uso indevido de dados e atividades ilícitas.
As autoridades não divulgaram novos detalhes e devem fornecer informações adicionais nos próximos dias. Não houve relatos de incidentes durante a operação na sede parisiense.
A França mantém a posição de ampliar a responsabilização de plataformas de tecnologia e fortalecer a proteção de cidadãos e a segurança digital na União Europeia.
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