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Índia prende suspeito ligado a golpe de criptomoedas envolvendo Myanmar

Polícia indiana prende suposto chefe de rede de golpes com criptomoedas em Mianmar, conectando operações a Camboja e sinalizando desmantelamento transnacional

India Crypto fraud takes a hit as CBI arrests a key trafficking figure linked to scams across Southeast Asia.
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  • A Polícia indiana, a Central Bureau of Investigation (CBI), prendeu em Mumbai o suspeito Sunil Nellathu Ramakrishnan, conhecido como Krish, considerado um dos principais líderes de uma rede de tráfico para campos de golpes digitais em Myanmar.
  • Ramakrishnan, segundo a investigação, encaminhava vítimas indianas de Delhi para Bangkok com falsas promessas de emprego, depois as levava a KK Park, na região de Myawaddy, onde eram forçadas a participar de golpes de criptomoedas, fraudes amorosas e golpes de arresto digital.
  • A operação envolve cooperação com inteligência de autoridades da Tailândia, Myanmar e Camboja, representando um dos ataques mais específicos já feitos contra o ecossistema de golpes transnacional da região.
  • As evidências digitais obtidas na casa de Ramakrishnan em Mumbai, associadas a depoimentos de vítimas repatriadas em março e novembro de 2025, apontam que ele funcionava como operadora-chave da rede de tráfico para centros de golpes cibernéticos.
  • A CBI afirmou que o caso demonstra um modelo de exploração que cruza fronteiras e que continuará perseguindo outros suspeitos, incluindo estrangeiros, com base em provas coletadas junto às vítimas e dados digitais.

A Central Bureau of Investigation (CBI) da Índia prendeu Sunil Nellathu Ramakrishnan, conhecido como Krish, em Mumbai, após seu retorno ao país. A ação envolve uma rede que supostamente dirigia cidadãos indianos para golpes cibernéticos em Myanmar, com coordenação na Tailândia, Myanmar e Camboja.

Segundo a CBI, Ramakrishnan atuava como facilitador-chave de uma rede de tráfico humano que levava vítimas de Delhi a Bangkok, sob falsas promessas de emprego, e as encaminhava para o KK Park, em Myawaddy. Lá, eram forçadas a participar de golpes de criptomoedas, fraudes românticas e prisões digitais.

A investigação se baseou em depoimentos de vítimas repatriadas em março e novembro de 2025, além de evidências digitais apreendidas na residência do suspeito em Mumbai. A operação indica uma cooperação internacional para desarticular redes de crime financeiro ligadas a golpes online.

Desdobramentos da investigação

A CBI afirma que Ramakrishnan atuava como um dos principais operadores da rede, com a cadeia de recrutamento iniciando em Delhi e terminando em estruturas de golpes no Sudeste Asiático. O inquérito continua para identificar outros suspeitos, inclusive estrangeiros.

A investigação destaca que o modelo operacional envolve movimentação de vítimas entre países, uso de promessas de emprego e transferência de recursos para sustentar atividades ilícitas. A autoridade reforça que o caso não se trata de uma ação isolada, mas de uma linha de atuação transnacional.

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