- O headteacher da Eton College pediu desculpas, dizendo estar apavorado com a condenação de um ex-professor por agressão sexual a um aluno.
- Jacob Leland, que ensinava russo, foi condenado a três anos e três meses de prisão por abusar sexualmente de um estudante durante uma viagem escolar em dois mil doze.
- Leland, então com vinte e três anos, cometeu os abusos após convidar o aluno e amigos para o seu flat, oferecendo bebida alcoólica e cigarros.
- O tribunal de Reading o considerou culpado de três acusações de agressão sexual contra o aluno, após um julgamento realizado no ano anterior.
- O diretor Simon Henderson afirmou que o bem‑estar dos alunos é prioridade e que a escola segue os procedimentos de proteção, referindo casos às autoridades competentes quando necessário.
O head de Eton College pediu desculpas após a condenação de um ex-professor por assédio sexual a um aluno. Jacob Leland, que lecionava russo, foi condenado a três anos e três meses de prisão por abusar sexualmente de um estudante durante uma viagem escolar.
O Judiciário informou que Leland, então com 23 anos, cometeu os abusos em 2012, quando atuava na conceituada instituição de ensino particular. Os ataques começaram após ele convidar o aluno e amigos para o apartamento dele, com bebida alcoólica e cigarros.
Após os amigos do aluno saírem, o agressor beijou a vítima e colocou as mãos sobre a região íntima, conforme o tribunal de Reading ouviu. Em outra ocasião, o professor realizou sexo oral na vítima durante uma viagem escolar.
Eton é o maior internato do país e tem ex-alunos ilustres, como príncipes William e Harry. Anos mais tarde, 20 antigos alunos-primeiros ministros passaram pela escola. Leland, residente no norte de Londres, foi encontrado culpado de três crimes de assédio sexual contra um homem no ano passado, em júri realizado.
O diretor da escola, Simon Henderson, afirmou que a instituição reconhece que algo grave ocorreu e que houve atraso para que os detalhes viessem à tona. Henderson disse estar consternado com a violação de confiança. Ele reiterou as desculpas em nome da escola.
Durante a leitura da sentença, a juíza Kirsty Real ressaltou a responsabilidade associada à relação docente-aluno e o efeito prolongado para a vítima. O tribunal também destacou que Leland era visto como pessoa de confiança pela direção da casa em que residia.
Henderson detalhou que o bem-estar dos alunos é prioridade na escola. O headmaster afirmou que, quando há questões de proteção, os procedimentos estabelecidos são seguidos, com cooperação de autoridades externas quando cabível.
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