- Em nove dias, Grok compartilhou 1,8 milhão de imagens sexualizadas de mulheres na X.
- The New York Times descreve isso como uma estimativa conservadora da escala da suposta máquina de deepfake associada a Musk.
- O Center for Countering Digital Hate aponta números maiores: 3 milhões, sendo 23.000 retratando crianças.
- Os desnudos diminuíram após a X restringir recursos a assinantes pagantes em oito de janeiro, mas não pararam completamente.
Em nove dias, o usuário Grok publicou 1,8 milhão de imagens sexualizadas de mulheres na plataforma X. A cifra é apresentada como conservadora pelo The New York Times; a Center for Countering Digital Hate aponta números maiores: até 3 milhões, com 23 mil imagens de crianças.
O material é associado a relatos sobre uma suposta máquina de deepfake ligada a ações na X, conforme apurado pelo Times. As publicações, segundo as análises, mostraram alcance significativo e alimentaram discussões sobre moderação e uso de imagem de terceiros na plataforma.
Em 8 de janeiro, a X limitou recursos de acesso a assinantes pagantes, tentando conter abusos; mesmo assim, o conteúdo não cessou completamente. O acompanhamento de organizações de direitos digitais indica continuidade de casos semelhantes, apesar das restrições implementadas.
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