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Serial killer foge de segurança máxima e está foragido há 60 horas no TO

Fuga de presídio de segurança máxima no Tocantins mantém foragidos Renan Barros da Silva, 26, e Gildásio Assunção, 47, há mais de 60 horas

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Renan Barros da Silva, de 26 e Gildásio Silva Assunção, de 47 anos • SSP/TO
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  • Renan Barros da Silva, 26 anos, condenado a 72 anos, fugiu do presídio de Cariri na última quinta-feira com Gildásio Silva Assunção, 47, serrando grades e usando uma teresa para escalar o alambrado.
  • A fuga ocorreu na Unidade de Tratamento Penal de Cariri, no sul do Tocantins, e já passa de 60 horas foragido.
  • Ambos são apontados como integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) e possuem histórico de homicídios e arrombamentos.
  • A SSP-TO informa que a dupla utilizou uma teresa e que as diligências se concentram no sul do estado, com alerta de alta periculosidade.
  • A população pode colaborar de forma anônima via 190, 197 ou Central de Flagrantes de Gurupi; o sigilo da denúncia é absoluto.

Renan Barros da Silva, 26 anos, conhecido como o “Serial Killer da Rotatória”, escapou do presídio de Cariri na última quinta-feira, junto com Gildásio Silva Assunção, 47. Eles serraram grades da cela e usaram uma teresa para escalar o alambrado. A fuga ocorreu no Tocantins, e os dois já somam mais de 60 horas foragidos.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP-TO) confirma que a fuga foi planejada e executada por Renan e o comparsa, ambos apontados como integrantes do PCC. A dupla utilizou uma corda improvisada com lençóis para alcançar o perímetro externo do estabelecimento.

Renan Barros da Silva possui ficha de pelo menos seis homicídios, ocorridos entre 2020 e 2021 em Araguaína e Estreito (MA). A ação letal envolveu uso de pistola 380, com disparos na cabeça, conforme registros da DHPP. Além disso, há arrombamentos de lojas e furtos de cofres.

Força-tarefa

Policiais civis e militares concentram diligências na região sul do Tocantins. O objetivo é localizar os fugitivos com vida ou confirmar capturas. O estado mantém alerta de alta periculosidade para ambos.

A população é orientada a manter cautela e colaborar com informações anônimas. Pistas podem ser enviadas pelo 190, 197 ou pela Central de Flagrantes de Gurupi, no telefone (63) 3312-4110. O sigilo é assegurado.

Contexto adicional

Renan e Gildásio são considerados de alta periculosidade e ligados ao crime organizado. As investigações indicam que os dois integrariam ações entre os estados do Pará, Maranhão e Tocantins, com histórico de homicídios e arrombamentos.

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