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Polícia ouve adolescente e descarta desafio de redes sociais

Polícia não identifica motivação por desafios online; investigação segue com quatro adolescentes sob o Estatuto da Criança e do Adolescente

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Cão Orelha, vítima de maus-tratos e morte por maus-tratos, em Florianópolis, Santa Catarina.
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  • A Delegacia Especializada do Adolescente em Florianópolis ouviu mais um dos quatro adolescentes suspeitos de maus-tratos e morte do cão Orelha; investigação em andamento.
  • Por enquanto não há provas de que o crime tenha sido motivado por desafios online; outro adolescente ainda precisa ser ouvido.
  • A apuração aponta tortura que levou à eutanásia de Orelha e uma tentativa de afogamento de outro cão, chamado Caramelo, que conseguiu escapar.
  • Também são investigados atos de depredação de patrimônio e crimes contra a honra contra profissionais da região da Praia Brava.
  • O caso envolve menores de idade e é regido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente; se comprovadas, o relatório seguirá para a Delegacia especializada no atendimento ao adolescente em conflito com a lei, com internação máxima de três anos.

A Polícia Civil de Santa Catarina ouviu mais um dos adolescentes suspeitos de maltratar e matar o cão Orelha, em Florianópolis. A Delegacia Especializada do Adolescente em Conflito com a Lei é responsável pelo caso. A investigação continua em andamento.

Além dos quatro jovens envolvidos, um segundo adolescente ainda precisa ser ouvido pela polícia. Por ora, não há evidências de que o crime tenha sido motivado por desafios de redes sociais, conforme o órgão responsável.

Procedimentos legais e o papel do ECA

O caso é regido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, já que as suspeitas envolvem menores de 18 anos. Caso comprovadas, as medidas socioeducativas devem respeitar a legislação, com possibilidade de internação por até três anos. A conclusão será encaminhada à Delegacia Especializada no Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei.

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