- A Delegacia Especializada do Adolescente em Florianópolis ouviu mais um dos quatro adolescentes suspeitos de maus-tratos e morte do cão Orelha; investigação em andamento.
- Por enquanto não há provas de que o crime tenha sido motivado por desafios online; outro adolescente ainda precisa ser ouvido.
- A apuração aponta tortura que levou à eutanásia de Orelha e uma tentativa de afogamento de outro cão, chamado Caramelo, que conseguiu escapar.
- Também são investigados atos de depredação de patrimônio e crimes contra a honra contra profissionais da região da Praia Brava.
- O caso envolve menores de idade e é regido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente; se comprovadas, o relatório seguirá para a Delegacia especializada no atendimento ao adolescente em conflito com a lei, com internação máxima de três anos.
A Polícia Civil de Santa Catarina ouviu mais um dos adolescentes suspeitos de maltratar e matar o cão Orelha, em Florianópolis. A Delegacia Especializada do Adolescente em Conflito com a Lei é responsável pelo caso. A investigação continua em andamento.
Além dos quatro jovens envolvidos, um segundo adolescente ainda precisa ser ouvido pela polícia. Por ora, não há evidências de que o crime tenha sido motivado por desafios de redes sociais, conforme o órgão responsável.
Procedimentos legais e o papel do ECA
O caso é regido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, já que as suspeitas envolvem menores de 18 anos. Caso comprovadas, as medidas socioeducativas devem respeitar a legislação, com possibilidade de internação por até três anos. A conclusão será encaminhada à Delegacia Especializada no Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei.
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