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Novo Razr Ultra não é um celular comum: prós e contras

Razr Ultra oferece design chamativo e bateria de 5.000 mAh, mas custa caro e não entrega câmera robusta nem resistência completa à poeira

Motorola Razr Ultra 2026 on a tile surface showing blue color option
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  • O Razr Ultra da Motorola custa $1.499 e traz design dobrável com traseira em Alcantara na opção orient blue.
  • A bateria é de 5.000 mAh, maior que a geração anterior, usando células de silício-carbono para maior capacidade no mesmo espaço do hinge.
  • O uso do display externo facilita responder mensagens, acompanhar notificações e outras tarefas sem abrir o telefone.
  • A câmera principal tem sensor de 50 MP, mas o processamento produz cores muito saturadas e imagens mais claras/brilhantes do que a realidade em dias nublados.
  • O aparelho não oferece telefoto, nem resistência total à poeira; o carregamento é sem fio, e o preço é considerado alto pelo conjunto de recursos.

O Razr Ultra, novo modelo da Motorola, reúne design chamativo e desempenho de bateria sólido, mas apresenta pontos que podem limitar sua atratividade. O celular estreia com diferencial de dobradiça e acabamento premium, captando atenção de usuários e da imprensa.

O aparelho foi avaliado em cor orient blue, com traseira em tecido Alcantara que oferece toque macio. Durante a semana de testes, o laço com poeira não apresentou acúmulo relevante, desde que cuidado com a limpeza básica. O custo de US$ 1.499 é citado como justificativa para o conjunto de recursos oferecidos.

A bateria aparece como o ponto alto: agencia-se com 5.000 mAh, aumentando em relação à geração anterior. A Motorola utiliza baterias de silício-carbono, buscando maior densidade de energia sem ampliar demais o espaço ocupado pela dobradiça. O resultado é autonomia que evita recargas frequentes.

No uso cotidiano, o modelo funciona bem como hotspot em ambiente externo e oferece autonomia que permite manter o dispositivo em atividade por longos períodos. A tela externa facilita tarefas rápidas, como checagens de mensagens, passagens de embarque e interações com apps sem abrir o aparelho.

A câmera principal utiliza sensor de 50 megapixels com melhoria de processamento de imagem, mas as imagens tendem a saturação excessiva em dias nublados. A tonalidade fica próxima do artificial, o que pode agradar alguns e desagradar outros. O conjunto não inclui teleobjetiva nem selagem total contra poeira.

O Razr Ultra não é o topo de linha tradicional, especialmente pelo conjunto de recursos externos. Não dispõe de carregamento com ímã Qi2 nem resistência total à poeira, e não há telephoto avançado. O fabricante foca na experiência da dobradiça e no apelo estético para justificar o preço.

Em conclusão, o Razr Ultra entrega um conjunto diferenciado que brilha no design e na duração de bateria, mas carrega limitações em câmeras sob processamento e na proteção contra elementos. A escolha depende da prioridade do usuário entre estilo, autonomia e ecossistema de apps.

Fotografia por Allison Johnson / The Verge

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