- O Fitbit foi substituído pelo Google Health com o lançamento do Fitbit Air, conforme anunciado pela Google.
- Usuários reclamam da nova interface e do treinamento por IA, com dificuldade para ver dados e estatísticas no app.
- Alguns relatos apontam uso positivo da IA para sugestões de treino e atualização de logs de sono.
- A navegação mudou: para ver mais dados é preciso deslizar ou acessar a página Health, além de localizar logs antigos em áreas diferentes.
- O Google Health pode oferecer abas adicionais de Fitness e Sleep quando houver dispositivos compatíveis, com suporte a terceiros ainda em andamento.
O Google Health chegou ao lugar do antigo app Fitbit, em meio ao lançamento do Fitbit Air. A mudança foi anunciada pela própria Google, substituindo a plataforma Fitbit por uma nova experiência de coaching com IA. A transição afeta usuários que já utilizavam o ecossistema Fitbit para acompanhar atividades, sono e saúde.
Desde a atualização, muitos usuários relatam confusão sobre a navegação. A tela inicial ganhou espaço para atualizações recentes e notas da IA, limitando o acesso rápido a métricas de atividades. A página de hoje exige navegação adicional para ver dados antigos de exercícios.
Quem usa o app passou a encontrar dificuldades para visualizar o histórico de treinos sem percorrer o aplicativo. A área dedicada a logs de exercícios, antes na página principal, ficou mais escondida em menus de saúde e foco em áreas de treino.
Recepção dos usuários
Alguns usuários elogiam a utilidade da IA para planejar treinos moderados e registrar logs de sono. Outros criticam o design gráfico e a necessidade de demais toques para chegar aos dados desejados. A maioria ainda busca retornar à experiência anterior.
Segundo relatos, a mudança envolve ainda a introdução de dois menus adicionais para Fitness e Sleep, acessíveis apenas se houver um wearable compatível conectado. A expectativa é de que o Google Health amplie suporte a wearables de terceiros no futuro.
Perspectiva e próximos passos
O Google Health foi apresentado como evolução para unificar dados de dispositivos, com promessa de integração mais ampla. O uso de IA para orientação de saúde aparece como diferencial, mas a recepção inicial mostra pontos a serem ajustados. A verificação de compatibilidade continua em pauta.
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