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Woven City: como funciona a cidade-laboratório da Toyota no Japão

Woven City em Susono, Japão, funciona como laboratório urbano para testar mobilidade integrada, robótica e casas conectadas com moradores-piloto

Woven City: como funciona a cidade-laboratório da Toyota no Japão
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  • A Woven City é a cidade-laboratório da Toyota em Susono, província de Shizuoka, ao pé do monte Fuji, ocupando 175 acres. A primeira fase começou a receber moradores selecionados em 2025, em uma área que antes era a fábrica Higashi-Fuji.
  • O projeto funciona como pista de testes para mobilidade, reunindo carros autônomos, robôs, sensores, casas conectadas, IA e serviços digitais para observar o cotidiano.
  • O planejamento ficou a cargo do escritório Bjarke Ingels Group (BIG), com ruas separadas por uso: vias rápidas, caminhos para micromobilidade e áreas apenas para pedestres, conectando diferentes modos de deslocamento.
  • Os moradores são chamados de “Weavers” (tecelões). A Fase 1 prevê cerca de 360 residentes, com expansão gradual até aproximadamente 2 mil pessoas; o acesso do público será controlado, com visitas “One Day Weavers” a partir de 2026.
  • A cidade funciona como ambiente de três ambientes de teste: simulação digital, áreas controladas para validação e a zona residencial da Fase 1, com objetivo de identificar tecnologias aplicáveis a cidades reais.

A Woven City, cidade-laboratório da Toyota, funciona como um ambiente urbano para testar mobilidade, robótica e casas conectadas. Inaugurada oficialmente em 25 de setembro de 2025, no Japão, a cidade serve como palco real para tecnologias emergentes.

Localizada em Susono, na província de Shizuoka, aos pés do Monte Fuji, ocupando 175 acres, hoje equivalente a cerca de 71 hectares. Parte do espaço abriga a Fase 1, que começou a receber moradores e participantes em 2025.

Criada para avaliar interação entre pessoas, veículos autônomos, robôs e serviços digitais, a Woven City se apresenta como um bairro experimental com ruas segmentadas por uso e fluxos distintos para carros, micromobilidade e pedestres.

Estrutura e propósito

O projeto, assinado pelo escritório Bjarke Ingels Group, organiza vias rápidas, caminhos para micromobilidade e áreas de pedestres. O objetivo é reduzir conflitos entre diferentes formas de mobilidade em um cenário urbano controlado.

O nome remete à ideia de tecer diferentes modos de deslocamento. A Toyota o utiliza também para enfatizar a origem da empresa ligada à tecelagem antes de ser automotiva.

Moradia e participação

Os moradores, chamados de Weavers, participam do experimento no cotidiano. Em 2025, a Fase 1 prevê cerca de 360 residentes, com expansão gradual até around 2 mil em fases futuras. O público geral terá acesso controlado.

Prevê-se a visita de One Day Weavers a partir de 2026, com datas ainda a definir. O esquema visa observar tecnologias em uso real, dentro de uma vizinhança com vida cotidiana.

Tecnologias em teste

A cidade reúne mobilidade, robótica, IA, energia e bem-estar. Englobam veículos autônomos, robôs de entrega, sensores, casas conectadas e serviços digitais. Há ambientes de simulação, áreas de validação e a zona residencial.

A ideia é testar soluções em três etapas: laboratório, espaço controlado e uso cotidiano. Esses ambientes permitem validar produtos antes de ampliar a aplicação para cidades maiores.

Impacto e desafios

O projeto aponta possíveis impactos para futuras cidades, como convivência entre carros autônomos e pedestres, gestão de dados de casas inteligentes e uso de sensores para segurança sem vigilância excessiva. O desafio é aplicar aprendizados em contextos urbanos mais complexos.

A Woven City funciona como laboratório de vida urbana, buscando transformar experimentos em soluções acessíveis para ruas, casas e serviços digitais. O objetivo é traduzir descobertas em aplicações reais para o cotidiano.

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