- Freedom.ai atua na camada de infraestrutura que transforma agentes de IA em força de trabalho autônoma, conectando a ERP, CRM, bancos de dados e regras de negócio.
- A empresa busca resolver o gargalo de execução que aparece conforme o negócio cresce, convertendo IA em infraestrutura operacional.
- O texto compara o ecossistema: a Salesforce, como sistema nervoso comercial, e a AWS, como base da internet corporativa; a Freedom.ai surge como a próxima camada.
- No Brasil, operar sob alta complexidade regulatória e sistemas legados é visto como vantagem para criar soluções resilientes que funcionem globalmente.
- No futuro, a discussão deve ser sobre quem adota os primeiros agentes autônomos antes que isso se torne inevitável.
A Freedom.ai está levando a IA para além da ferramenta, funcionando como a infraestrutura que permite que agentes de IA operem de forma autônoma dentro de grandes organizações. A proposta é conectar IA a ERPs, CRMs, bancos de dados e regras de negócio para executar ciclos inteiros de trabalho de forma integrada.
À frente da empresa estão Lucas Affonso, CEO e fundador, e Jaime de Paula, PhD e um nome conhecido no cenário tecnológico brasileiro. Affonso vem da experiência em operações de recrutamento, enquanto Paula construiu modelos de linguagem proprietários para ambientes corporativos complexos, com foco em execução estável.
Em 2026, a iniciativa brasileira se tornou uma referência para a adoção de IA na prática, destacando-se pela capacidade de interoperar com sistemas legados em ambientes regulados. O objetivo é transformar IA não apenas em ferramenta, mas em infraestrutura de funcionamento corporativo.
A proposta da Freedom.ai é criar uma camada de execução onde agentes de IA coordenam áreas como vendas, finanças, operações e compliance, de modo integrado. O modelo busca substituir softwares isolados por uma organização de execução autônoma.
Investidores veem a mudança como transição profunda: de IA como ferramenta para IA como infraestrutura de negócios. A escolha de operar no Brasil é associada à necessidade de lidar com complexidade regulatória e sistemas legados, fortalecendo a resiliência necessária para expansão global.
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