- O Sistema Faesp/Senar investe em inovação, formação e infraestrutura para posicionar o agronegócio de São Paulo como protagonista da nova economia agrícola.
- Parcerias com Embrapa e participação em iniciativas como a AgNest conectam pesquisa aplicada a produtores, encurtando o caminho entre descoberta e resultado prático.
- Na formação, o Senar-SP atualiza o portfólio de cursos para atender à demanda por operação com precisão digital e sistemas produtivos complexos.
- São oito centros de excelência distribuídos pelo interior, com vocações regionais como cana e bioenergia em Ribeirão Preto, IA e big data em São Roque, agricultura familiar em Mirante do Paranapanema, agroindústria e irrigação em Avaré, cacau e banana no Vale do Ribeira, melhoramento genético bovino em Barretos e São José do Rio Preto, e agricultura urbana na capital; dois centros devem ser entregues no segundo semestre de 2026.
- O programa de saúde em sete sindicatos rurais atende cerca de 315 mil produtores, reforçando que a produtividade começa pela saúde do trabalhador.
O Sistema Faesp/Senar investe em inovação, formação e infraestrutura para posicionar o agronegócio paulista como protagonista da nova economia agrícola. A iniciativa busca antecipar tendências e responder a desafios com planejamento.
A parceria com a Embrapa e a participação em iniciativas como a AgNest evidenciam a lógica de conectar pesquisa aplicada a produtores de diferentes portes. A ideia é reduzir o tempo entre descoberta e resultado prático, tornando a inovação ferramenta de produtividade e sustentabilidade.
O Senar-SP, por sua vez, reforça a formação profissional do setor rural, que hoje demanda visão digital, sistemas produtivos complexos e uso de tecnologia de ponta. A atualização de cursos é vista como necessidade competitiva e capacidade de adaptação.
Centros de excelência
O investimento se materializa em oito centros distribuídos pelo interior. Cada um atende a vocação regional: Ribeirão Preto, cana-de-açúcar e bioenergia; São Roque, IA e big data; Mirante do Paranapanema, agricultura familiar; Avaré, agroindústria e irrigação; Vale do Ribeira, cacau e banana; Barretos e São José do Rio Preto, melhoramento genético bovino; e a capital, agricultura urbana. Dois centros devem ser entregues no segundo semestre de 2026.
A rede de conhecimento é complementada por centros já em operação, com previsão de ampliação conforme demandas regionais. As ações buscam reduzir assimetrias entre áreas urbanas e rurais, conectando pesquisa, produtores e tecnologia no dia a dia do campo.
Saúde e qualificação do quadro
Além da infraestrutura, o programa de saúde atua em sete sindicatos rurais — Batatais, Cardoso, Caiuá, Capão Bonito, Guaratinguetá, Penápolis e Mineiros do Tietê. O atendimento preventivo alcança cerca de 315 mil produtores, reforçando que produtividade depende do cuidado com o capital humano.
Sob a liderança de Tirso Meirelles, presidente do Sistema Faesp/Senar, as iniciativas visam transformar o setor por meio de planejamento, investimento e capacitação. São Paulo busca, assim, não apenas acompanhar, mas construir o futuro do agro.
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