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O que são as terras raras e por que importam

China detém 48% das reservas de terras raras e domina purificação e superímãs; o Brasil possui cerca de um quinto das reservas, mas produção ainda é quase nula

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  • As terras raras são um grupo de dezessete elementos químicos com propriedades especiais, entre eles neodímio, praseodímio, térbio, disprósio e lantânio.
  • São essenciais para a economia global, com uso em turbinas eólicas, carros elétricos, motores de alta eficiência, catalisadores, fibras ópticas, smartphones, exames de ressonância magnética e outros equipamentos.
  • O nome vem do século XVIII, quando foram descobertas na Suécia em um mineral chamado gadolinita; por estarem pouco concentrados, acreditava-se que eram raros.
  • A China detém quarenta e oito por cento das reservas mundiais e controla grande parte do mercado de purificação e de superímãs, o que preocupa os Estados Unidos, que buscam alternativas.
  • O Brasil possui cerca de um quinto das reservas, mas a produção é quase zero, com apenas uma empresa atuando no país; a expectativa é de aumento da exploração nos próximos anos.

Os termos terras raras designam 17 elementos químicos da tabela periódica com propriedades especiais, não por serem raros nem por serem terras literais. Entre eles estão neodímio, praseodímio, térbio, disprósio e lantânio, cujas aplicações movimentam a economia global.

Os minerais que os contêm, como gadolinita, foram descobertos na Suécia no século 18. Dali nasceu o nome terras raras, já que os óxidos desses metais eram vistos como pouco concentrados na época.

Esses metais são fundamentais para várias indústrias. Ímãs de neodímio, ferro e boro, por exemplo, formam os motores e geradores mais eficientes usados em turbinas eólicas, veículos elétricos e equipamentos de alta performance.

Importância estratégica e aplicações

Drones e aparelhos militares utilizam componentes que dependem dessas terras. A demanda global cresce com o avanço tecnológico e tensões geopolíticas, que puxam o ritmo de compras e pesquisa de substitutos.

No dia a dia, eles aparecem em catalisadores, fibras ópticas, smartphones, computadores e em exames médicos, como contraste para ressonância magnética. A presença desses elementos é ampla e crescente.

Mercado mundial e foco geopolítico

A China detém cerca de 48% das reservas mundiais e controla grande parte da purificação e da produção de superímãs, o que alimenta tensões com os Estados Unidos, que buscam alternativas ao monopólio chinês.

O Brasil aparece com aproximadamente 20% das reservas globais, mas a produção local é quase nula; apenas uma empresa atua no setor no país. A expectativa é de aumento da exploração nos próximos anos.

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