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Caminhão elétrico rival do Tesla Semi pode atrasar planos de Elon Musk

Windrose Tech lança nos EUA o caminhão elétrico rival do Tesla Semi, com preço de US$ 300 mil e autonomia de cerca de 650 quilômetros

O modelo R700 da Windrose Tech, de 1.400 cavalos, custa US$ 300 mil e mira cerca de 650 quilômetros de autonomia por carga
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  • Windrose Tech lança o caminhão elétrico R700 nos EUA, com preço de US$ 300 mil, autonomia de cerca de 650 quilômetros, peso perto de 10 toneladas e capacidade de carga de até 27 toneladas; primeiras vendas na Califórnia e no Texas.
  • A empresa oferece três meses de recarga gratuita via Greenlane Infrastructure e já fechou acordos de recarga na Europa com ENGIE Vianeo; o caminhão é vendido na Europa por 250 mil euros.
  • A Windrose ainda produz na China por contrato ( Anhui Jianghuai Automobile Group e Higer Bus) e trabalha com a Xos como distribuidora na Califórnia; planeja fabricar nos EUA no futuro, possivelmente no Arizona, para reduzir tarifas.
  • O CEO Wen Han diz que os EUA devem ser um dos maiores mercados, com meta de vender até 2 mil unidades neste ano e, em 2027, pelo menos 10 mil unidades; pretende ampliar a produção com operações na China, Europa e possivelmente EUA.
  • Em comparação com a Tesla, o preço do Semi ainda não é público; estimativas variam entre US$ 225 mil e US$ 300 mil; a Windrose usa baterias de fosfato de ferro-lítio, com autonomia cerca de 160 quilômetros menor que a do Tesla, e planeja versão E960 com 965 quilômetros de autonomia em 2027.

A Windrose Tech, startup sino-europeia, entra no mercado de caminhões elétricos dos EUA com o modelo R700, concorrente do Tesla Semi. A empresa foca em preço, autonomia e capacidade de carga, buscando ampliar presença na Califórnia, Texas eAlém.

O caminhão tem 1.400 cavalos de potência, autonomia estimada de 650 quilômetros e peso próximo de 10 toneladas. O preço inicial é de US$ 300 mil, com capacidade de transportar até 27 toneladas por viagem. A Windrose negocia com operadoras e com infraestrutura de recarga no sul da Califórnia.

A empresa começou as vendas na Califórnia e no Texas, importando unidades produzidas na China. A Windrose já firmou acordos de recarga com a Greenlane Infrastructure e a ENGIE Vianeo na Europa, além de planejar fábrica dedicada nos EUA para reduzir tarifas.

Estratégia de mercado e modelos

O fundador e CEO Wen Han descreve o design do caminhão como resultado de limitações aerodinâmicas comuns aos veículos da categoria. A empresa patentou desenho de cabine e chassi nos Estados Unidos, buscando proteção regulatória para a linha.

A Windrose planeja produzir até 2 mil unidades neste ano, com parte exportada para a Europa, América Latina e Ásia. Em 2027, a meta é chegar a 10 mil unidades, com produção terceirizada na China, Europa e possivelmente nos EUA.

Situação regulatória e competitiva

A Apple do segmento, a Tesla, não divulgou publicamente o preço do Semi; clientes citados pela imprensa apontam faixas entre US$ 225 mil e US$ 300 mil, com variações de autonomia. Incentivos deCalifornia ajudam a compensar parte do custo inicial.

O custo elevado de recarga é discutido como parte da equação de custos para frotas, frente ao diesel. O analista da ACT Research sinaliza números baixos para 2026 na produção de Semis, diante de incertezas regulatórias.

Tecnologia de baterias e futuro

A Windrose usa baterias de fosfato de ferro-lítio, com autonomia inferior à do Tesla, mas com resistência a superaquecimento. Em 2027, uma versão E960 com bateria de lítio-manganês-ferro promete cerca de 965 quilômetros por carga.

O CEO Wen Han, natural da China, tem formação em Stanford. A empresa também busca parceria com fabricantes de caminhões nos EUA para aumentar a produção local e reduzir tarifas.

Perspectivas e próximos passos

Até o momento, a Windrose visa ampliar a rede de vendas e investimentos, buscando rodada adicional de US$ 100 milhões. Han aposta na demanda por energia mais barata para frete e aponta a eletricidade como vantagem competitiva. Fonte: Forbes.

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