- Em 2026, o MacBook Pro 16 com M5 Max chega com CPU de 18 núcleos, GPU de até 40 núcleos, 36 GB de RAM e 2 TB de armazenamento, além de maior largura de banda entre CPU e RAM.
- O MacBook Pro 16 com M5 Pro parte de US$ 2.699 (18 núcleos de CPU, 20 núcleos de GPU, 24 GB de RAM e 1 TB) e o M5 Max inicial custa US$ 3.899.
- O upgrade traz Thunderbolt 5, Wi‑Fi 7, Bluetooth 6, webcam aprimorada e opção de tela antirreflexo Nano-texture por US$ 150.
- Um modelo de teste com M5 Max equipado com GPU de 40 núcleos, 128 GB de RAM, 4 TB de armazenamento e tela Nano-texture chegou a US$ 6.149, ilustrando o custo extremo possível.
- O veredito é que o M5 Max oferece ganho significativo de desempenho, mas para muitos usuários o upgrade não é indispensável; quem trabalha com 4K/8K com frequência pode sentir a diferença.
O MacBook Pro de 16 polegadas de 2026 chegou com processadores mais rápidos, Wi-Fi 7 e armazenamento duas vezes mais veloz. A versão topo de linha, o M5 Max, começa em 3,899 dólares, enquanto o modelo com M5 Pro parte de 2.699 dólares. O teste avaliou também a versão com configuração reforçada de M5 Max, que custa 6.149 dólares.
A matéria compara o M5 Max com os modelos M1 Pro e M1 Max, usados por profissionais que não têm pressa em atualizar. O objetivo é verificar se vale a pena trocar de geração, mesmo para quem já usa chips da linha M1.
Segundo a avaliação, o M5 Max oferece ganho considerável de desempenho bruto, memória e armazenamento. Entre os benefícios, destacam-se Thunderbolt 5, Wi‑Fi 7, Bluetooth 6 e uma câmera melhorada, além de custo adicional para um display anti-reflexo Nano-texture.
Os relatos apontam que, para quem trabalha com 4K nativo ou projetos mais pesados, a atualização pode justificar-se. Um usuário de M1 Max afirma que o upgrade é suficiente para manter fluxo de trabalho sem gargalos, principalmente em tarefas de edição de vídeo e animação.
Desempenho e custo
A comparação traz uma tabela com várias configurações, incluindo M5 Max com 128 GB de RAM, 4 TB de armazenamento e GPU de 40 núcleos, frente a opções mais modestas. O texto aponta que, mesmo com hardware mais modesto, o M5 Pro e o M5 Max superam gerações anteriores em benchmarks e transferência de dados.
A avaliação lembra que o M5 Air surge como alternativa para quem não precisa de tela extensa e portas abundantes, oferecendo desempenho sólido sem refrigeração ativa. Em termos de custo-benefício, a linha M5 representa salto relevante, porém nem todos os usuários demandam o ganho completo.
A reportagem cita que a versão de entrada do M5 Pro custa 2.699 dólares, com 18 núcleos de CPU, 20 núcleos de GPU, 24 GB de RAM e 1 TB de SSD. Em contraste, o M5 Max com configuração padrão parte de 3.899 dólares, com 18 núcleos de CPU, 32 de GPU, 36 GB de RAM e 2 TB de armazenamento.
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