- O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, cumpriu agenda em Xangai para avançar parcerias e financiamento da transformação digital do SUS.
- A delegação visitou o Hospital Longhua, referência em inovação, vinculado à Universidade de Medicina Tradicional Chinesa.
- Padilha reuniu-se com o Novo Banco de Desenvolvimento (Banco dos BRICS), presidido pela ex-presidente Dilma Rousseff, para discutir o financiamento do projeto do hospital inteligente.
- Em janeiro, Governo Federal e o Banco dos BRICS assinaram contrato de R$ 1,7 bilhão para a construção do primeiro hospital inteligente público do Brasil.
- A missão também visa ampliar cooperação com empresas chinesas em soluções tecnológicas para a saúde e fortalecer o Comitê de Inovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e programas de formação para hospitais inteligentes.
O Ministério da Saúde informou que o ministro Alexandre Padilha reuniu-se em Xangai, na China, com o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) e com representantes do Banco dos BRICS. A agenda visou acelerar a implantação da rede nacional de hospitais inteligentes e fortalecer parcerias para a transformação digital do SUS.
Durante a visita, Padilha conheceu o Hospital Longhua, referência em inovação vinculado à Universidade de Medicina Tradicional Chinesa. O objetivo é observar modelos de gestão e tecnologia que possam orientar o desenho de soluções para o Brasil.
Na reunião com o NDB, ficou definido o avanço do financiamento em curso para o primeiro hospital inteligente público do Brasil. Em janeiro, Governo Federal e BRICS firmaram contrato de 1,7 bilhão para a obra, com foco em IA, saúde digital e novos modelos de cuidado.
Financiamento e cooperação tecnológica
Dilma Rousseff, presidente do NDB, destacou a importância da articulação entre setores para ampliar o acesso da população a serviços de saúde de qualidade. A reunião reforçou a cooperação com empresas chinesas, visando ampliar a oferta de soluções tecnológicas para o SUS.
Padilha ressaltou que a iniciativa não envolve apenas a construção de uma unidade, mas a criação de uma rede de serviços de saúde inteligentes. A meta é acelerar a transformação digital do SUS e ampliar o atendimento à população com qualidade.
A missão brasileira já percorreu diferentes cidades chinesas, identificando soluções com potencial de aplicação no Brasil. As aprendizagens influenciam decisões como o fortalecimento de programas de formação profissional para hospitais inteligentes.
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