- Alexa+ chega ao Reino Unido para ampliar o uso de dispositivos Echo e Show; quem compra o modelo mais recente já recebe a atualização, e usuários com dispositivos existentes podem entrar em um sistema de convite.
- A promessa é falar de forma natural, sem comandos específicos, com Alexa+ aprendendo sobre você, sua casa e sua família, e funcionando a qualquer hora em qualquer ambiente.
- O desenvolvimento ocorreu em grande parte nos laboratórios de IA da Amazon no Reino Unido (Cambridge), embora em demonstrações limitadas tenha havido falhas de pronúnia de nomes de players e uso de termos como “zero” em vez de “nil” em placares de futebol.
- O upgrade é gratuito durante o período de acesso antecipado; futuramente pode ter custo de quinze pounds por mês (ou vir embutido em assinatura Amazon Prime).
- A Amazon destaca ganhos de engajamento com Alexa+, como aumento de vinte e cinco por cento na audição de música e cinquenta por cento no controle de dispositivos domésticos, ao mesmo tempo em que reconhece riscos de confiabilidade e de informações fabricadas.
Alexa+ chega ao Reino Unido como upgrade de IA generativa da assistente de voz da Amazon, visando reconquistar usuários com dispositivos Echo e Show. A novidade já está disponível para novas compras, com um sistema de convite para proprietários de aparelhos existentes. O lançamento ocorre após o piloto nos EUA no ano passado.
Segundo a empresa, a Alexa+ permite interação mais natural, sem necessidade de instruções específicas como falar o nome de cômodo. A promessa é que a assistente reconheça o usuário, a casa e a família, oferecendo acesso a serviços a qualquer momento, sem depender de uma tela de chat.
O projeto foi desenvolvido em parte nos laboratórios da Amazon no Reino Unido, incluindo Cambridge, e integra a linha de dispositivos de oitava geração de Echo. Embora o upgrade esteja gratuito durante o período de acesso antecipado, a assinatura de £19,99 mensais ou a adesão ao Amazon Prime com Alexa+ ainda não possuem consenso entre os usuários.
Desempenho e desafios
Dados da companhia apontam aumento de uso desde o lançamento, com elevação de 25% na audição de música e 50% no controle de dispositivos domésticos, decorrentes da menor fricção e de capacidades ampliadas.
A Alexa+ promete executar ações complexas em sequência, como ajustar iluminação, temperatura e segurança, tudo em um único comando. A tecnologia também prevê lembrar preferências de usuários diferentes dentro da mesma família.
Entretanto, críticos apontam que algumas demonstrações apresentaram falhas de pronúncia e uso de números inconsistentes. Além disso, a adoção no mercado britânico ainda depende da aceitação de soluções de IA integrada em rotinas diárias.
Acesso e futuro
A empresa afirma que a experiência pode se expandir para mais usuários com um ritmo similar ao observado nos EUA, onde o serviço está disponível desde fevereiro. A expectativa é ampliar a base de usuários mantendo a privacidade e os mecanismos de segurança.
Para a Amazon, a Alexa+ representa um passo estratégico para manter a presença da marca no segmento de assistentes de voz em meio a concorrentes que também investem em IA generativa. Rausch enfatiza a importância de guard rails e da equipe de IA responsável para mitigar questões éticas e de uso indevido.
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