- Embrapa e FAO assinaram um Memorando de Entendimento durante a 39ª Conferência Regional FAO para a América Latina e o Caribe (LARC39) em Brasília, nesta quinta-feira, 5.
- O acordo visa ampliar a cooperação em pesquisa, inovação e políticas públicas relacionadas a sistemas agroalimentares sustentáveis.
- Os eixos incluem adoção de práticas agrícolas sustentáveis, fortalecimento de bases de dados dos sistemas agroalimentares, tecnologias baseadas em pesquisa e ciência climática aplicada.
- A parceria prevê intercâmbio de conhecimento, capacitação institucional e expansão de cooperação Sul-Sul e triangular para apoiar países em desenvolvimento.
- A vigência inicial é de cinco anos, com potenciais projetos como pesquisas, redes de conhecimento e programas de cooperação técnica.
A Embrapa e a FAO assinaram um Memorando de Entendimento para ampliar a cooperação em pesquisa, inovação e políticas públicas ligadas a sistemas agroalimentares sustentáveis. A assinatura ocorreu durante a 39ª Conferência Regional da FAO para a América Latina e o Caribe, em Brasília, nesta semana.
O acordo foi formalizado na quinta-feira (5) pela presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, e pelo economista-chefe da FAO, Máximo Torero, com a participação do diretor-geral da FAO, QU Dongyu. O objetivo é criar um quadro institucional que fortaleça a geração e circulação de conhecimento científico.
Segundo a Embrapa, a parceria amplia o alcance da cooperação com a FAO, permitindo apoiar políticas públicas e iniciativas internacionais voltadas à agricultura, à segurança alimentar e à sustentabilidade dos sistemas agroalimentares. A FAO reforça o papel da instituição na produção de conhecimento aplicado.
Pontos-chave do memorando
Entre as ações previstas estão a adoção de práticas agrícolas sustentáveis, o fortalecimento de bases de dados e o desenvolvimento de tecnologias baseadas em pesquisa. Também haverá estudos prospectivos para orientar políticas públicas e decisões setoriais.
A cooperação prevê ainda intercâmbio de conhecimento técnico entre países, com foco em cooperação Sul-Sul e triangular, disseminando soluções tecnológicas para países em desenvolvimento. O acordo ainda prevê fortalecer capacidades institucionais.
As partes planejam ações em ciência climática aplicada à agricultura, com análises e cenários para orientar decisões públicas e privadas. Será instrumental para planejamento e investimentos diante de desafios futuros do setor.
O memorando terá vigência inicial de cinco anos, com possibilidades de ampliar iniciativas conjuntas como pesquisas, redes de conhecimento, oficinas e seminários. A parceria já nasce para enfrentar questões como mudanças climáticas e segurança alimentar.
Entre na conversa da comunidade