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Ucrânia pode formar parcerias com aliados contra mísseis balísticos

Ucrânia avalia formar joint ventures com aliados para defender contra mísseis balísticos; estoque de PAC-3 em nível crítico, e busca ampliar produção própria de contramíssil

Police officers inspect the site of a building hit by a Russian ballistic missile strike, amid Russia's attack on Ukraine, in Kyiv, Ukraine April 24, 2025. REUTERS/Valentyn Ogirenko/File Photo
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  • A Ucrânia avalia formar consórcios com aliados para desenvolver defesas aéreas capazes de derrubar mísseis balísticos.
  • O objetivo é superar o déficit de munição para os sistemas Patriot, especialmente os PAC-3.
  • O ministro da Defesa, Mykhailo Fedorov, afirmou que as defesas aéreas são a prioridade desde que assumiu o cargo, em janeiro.
  • Zelenskiy já criticou atrasos de parceiros na entrega de mísseis Patriot e, em janeiro, afirmou que várias defesas ficaram sem munição.
  • Fedorov disse ter discutido a ideia de criar empreendimentos conjuntos de defesa antiaérea com Zelenskiy; ainda não ficou claro com quais aliados.

Ukraine pode formar consórcios com aliados para ampliar defesas contra mísseis balísticos, afirmou o ministro da Defesa.

Segundo Mykhailo Fedorov, as iniciativas visam construir defesas aéreas capazes de derrubar mísseis balísticos e superar o déficit crítico de munição para os sistemas Patriot fabricados nos EUA. As informações foram dadas nesta semana a repórteres.

O ministro destacou que as reservas de mísse- is PAC-3 do Patriot estão em nível crítico. Ele também disse que a defesa aérea tem sido sua principal prioridade desde que assumiu o cargo, em meados de janeiro.

Zelenskiy já criticou atrasos de aliados no fornecimento de mísseis Patriot e outras defesas desde a invasão russa de 2022, e afirmou que, em janeiro, alguns sistemas ficaram sem munição. Fedorov indicou ter conversado com o presidente sobre a ideia de consórcios.

A reportagem não pôde confirmar se as discussões já ocorreram com aliados específicos ou quais países estariam na mira de Kyiv. Fedorov ressaltou que o tema envolve um projeto dedicado e demanda tempo para cálculo técnico.

Possíveis desdobramentos poderão depender de acordos estratégicos, capacidades industriais locais e apoio internacional, conforme o ministério avalia as opções para ampliar a capacidade de defesa aérea.

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