- Erik Prince tornou-se presidente não executivo da Swarmer, startup ucraniana de drones, conforme documentos da Securities and Exchange Commission (SEC).
- Swarmer, que pediu abertura de capital, recrutou Prince para ajudar na venda da empresa.
- A empresa afirma que sua plataforma de drones autônomos já foi usada em mais de cem mil missões reais desde abril de dois mil e vinte e quatro.
- O negócio destaca que suas tecnologias envolvem operações autônomas e “swarming” de drones, com busca por investimentos de forças de defesa, incluindo EUA e aliados da Otan.
- Prince tem histórico polêmico ligado a operações de drones e contratados militares privados; Swarmer não comentou sobre a relação com Prince.
Erik Prince, fundador da antiga empresa de segurança Blackwater, passou a atuar como presidente não executivo da startup ucraniana Swarmer, segundo registros da SEC. O negócio busca abrir capital e ampliar operações com drones autônomos na Ucrânia.
Swarmer se apresenta como empresa de tecnologia de defesa, com foco em autonomia colaborativa e “swarming” de drones. Os documentos indicam que Prince participou de uma carta aos investidores como parte do processo de IPO.
A companhia afirma que sua plataforma já foi testada em combate na Ucrânia desde abril de 2024, com mais de 100 mil missões no terreno. Drones com IA integram pilotos humanos a esquemas de enxames.
O caso envolve ainda o terreno de contratos de defesa entre EUA e aliados. Drones representam parte significativa do peso bélico na Ucrânia, com a guerra resultando em altas perdas de pessoal e equipamento.
A atuação de Prince levanta questões sobre ligações entre tecnologia de defesa e investidores estrangeiros. O ex-CEO da Blackwater reaparece em Kyiv, buscando oportunidades junto a fabricantes locais.
Análise de especialistas aponta que a indústria de drones tem atraído investidores internacionais, com foco na capacidade de monitoramento, reconhecimento e operações autônomas. A situação é acompanhada de perto por órgãos reguladores.
A assessoria de Prince não comento o envolvimento em Kyiv nem a relação com operadores de drones para a República Democrática do Congo. A Swarmer também não respondeu a pedidos de esclarecimento.
Contexto recente envolve anúncios dos EUA sobre modernização de drones militares e maior produção de plataformas sem tripulação. O tema é discutido entre defense contractors e governos aliados, em meio a tensões regionais.
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