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Gestor de fundo de US$ 12 bi abandona software diante da IA

Gestor de fundo de US$ 12 bilhões abandona ações de software, afirmando que IA representa ameaça existencial e pode pressionar valor e fluxo de caixa

Polar Capital superou 99% de seus pares em um ano e 97% em cinco anos
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  • Nick Evans, gestor do fundo de tecnologia global da Polar Capital, vendeu a maioria das ações de software, mantendo apenas posição pequena na Microsoft.
  • Ele afirma que o software enfrenta uma ameaça existencial com avanços de IA, o que justifica a queda das ações do setor neste ano.
  • O fundo, de doze bilhões de dólares, teve desempenho superior aos pares no último ano, mas vê riscos contínuos para empresas de software de aplicações como SAP, ServiceNow, Adobe e HubSpot.
  • Evans considera as ferramentas de IA capazes de replicar grande parte do software existente, aumentando a competição de clientes que desenvolvem soluções internamente.
  • O gestor mantém posição mais otimista em semicondutores, infraestrutura de rede e data centers, e elevou participações em empresas de software de infraestrutura como Cloudflare e Snowflake.

Nick Evans, gestor de um fundo global de tecnologia de US$ 12 bilhões da Polar Capital, vendeu quase todas as ações de software. A decisão ocorreu diante de o que ele chama de ameaça existencial da IA para o setor.

Ele aponta que a maioria das ações de software continua tóxica e poucas empresas devem sobreviver. O movimento destaca o desempenho de 2026, em contraste com o avanço dos semicondutores impulsionado pela IA.

Com exceção de uma pequena posição em Microsoft, Evans vendeu participações em SAP, ServiceNow, Adobe e HubSpot, afirmando que não voltará a investir nesses nomes.

Desempenho e risco no setor de software

O gestor sustenta que ferramentas de IA capazes de codificação podem replicar e adaptar grande parte do software existente, elevando a concorrência de clientes que criam soluções internamente e de startups de IA.

Empresas de software de infraestrutura podem ser menos vulneráveis, segundo Evans, mas há incertezas sobre avaliações de longo prazo conforme as ferramentas se tornam mais potentes.

Entre as apostas, estão acionistas de semicondutores como Nvidia, que representava quase 10% do portfólio, além de fabricantes de redes, fibra óptica e infraestrutura para data centers.

Dinâmica de demanda e setores correlatos

Em janeiro, Evans aumentou participações em Cloudflare e Snowflake, voltadas à base de sistemas que sustentam aplicações corporativas e de consumo.

Resultados de Datadog e Fastly indicam demanda pela estrutura da internet. As ações da Datadog subiram mais de 10% na semana, enquanto a Fastly duplicou.

Apesar da cautela, o gestor mantém visão neutra sobre software de segurança cibernética, com menos de 7% do fundo investido nesse setor, e não vê ameaça imediata da IA.

A expectativa é de que apenas algumas empresas sobrevivam ao choque esperado; Evans recomenda que os investidores adotem postura subponderada em software de aplicativos e reajam rapidamente conforme a tecnologia avança.

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