- Deutsche Bank passou a acompanhar a “economia da Lua” e o analista Edison Yu afirmou que o setor pode ter passado por um ponto de inflexão, com a Intuitive Machines como foco de investimento.
- O governo americano renovou o interesse em missões lunares até 2025, como parte do programa Artemis, com o objetivo de ampliar presença na Lua e competitividade global.
- A Blue Origin, de Jeff Bezos, anunciou planos de desenvolver landers lunares para o programa Artemis, aumentando a competição com a SpaceX.
- Elon Musk disse que SpaceX pode direcionar esforços para criar uma cidade autossustentável na Lua em menos de dez anos, em vez de se concentrar apenas em Marte.
- A reportagem aponta que contratos governamentais fortalecem financeiramente projetos espaciais, mas questiona os benefícios econômicos a longo prazo e a viabilidade de investimentos ambiciosos no espaço.
O Deutsche Bank passou a mirar na chamada economia da Lua, segundo análise de seu departamento financeiro. A instituição aponta a Intuitive Machines, empresa sediada em Houston, como protagonista de tecnologias para exploração lunar, com potencial para atrair investimentos. O comentário sugeriu que o mercado lunar pode ter passado por um ponto de inflexão.
Para o governo americano, o interesse em missões lunares foi renovado até 2025, dentro do programa Artemis. O objetivo é avançar infraestrutura militar e de espionagem, fortalecendo a presença dos EUA na Lua frente a concorrentes internacionais.
Corrida entre empresas privadas
A Blue Origin, de Jeff Bezos, anunciou planos para desenvolver landers lunares integrados ao programa Artemis. A iniciativa intensifica a disputa entre grandes players, especialmente diante de um progresso mais lento da SpaceX em contratos com a NASA.
SpaceX e Elon Musk
Elon Musk afirmou que a SpaceX pode buscar uma cidade autossustentável na Lua, com perspectivas de menos de uma década para avanços, contrastando com prazos mais longos para missões em Marte. A mudança de foco sinaliza estratégia de longo prazo da empresa.
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