- Autoridades russas removeram o WhatsApp, pertencente à Meta, do diretório online gerido pelo regulador da internet, segundo o Financial Times.
- Em 2024, a Rússia já tinha limitado algumas ligações no WhatsApp e no Telegram, alegando que as plataformas estrangeiras não compartilhavam informações com autoridades.
- Em resposta, a empresa disse ao jornal que o governo tentou bloquear totalmente o WhatsApp para favorecer o uso de um aplicativo de vigilância estatal.
- As autoridades russas incentivam o uso de um concorrente estatal chamado MAX, acusado por críticos de poder monitorar usuários.
- A mídia estatal nega as acusações sobre o MAX, classificando-as como falsas.
O regulador russo removeu o WhatsApp, de propriedade da Meta Platforms, de um diretório online equivalente. A medida, reportada pelo Financial Times, ocorreu nesta quarta-feira na Rússia.
O serviço tinha pelo menos 100 milhões de usuários no país até recentemente. No ano passado, Moscou já restringiu chamadas no WhatsApp e no Telegram, alegando que plataformas estrangeiras não colaboram com autoridades em casos de fraude e terrorismo.
Em nota ao jornal, o WhatsApp disse que o governo russo busca bloquear totalmente o aplicativo para direcionar usuários a um app de vigilância estatal. A empresa não comentou novamente a demanda da Reuters no fim do dia.
Autoridades russas pressionam a criação de um rival estatal, o MAX, que críticos dizem permitiria rastrear usuários. A mídia estatal nega as acusações, classificando-as como falsas.
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