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Arrependimento com a compra de TV Samsung OLED

Embora a imagem seja excelente, o software da Samsung S90C impõe volume OSD gigantesco e gerenciamento de entradas HDMI confuso, atrapalhando uso

A Samsung OLED TV of the same vintage as my S90C.
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  • O autor escolheu o Samsung S90C OLED em 2024 após comparar com o LG C3, mas hoje se arrepende do uso devido ao software.
  • o problema central é o indicador de volume na tela (OSD), que ocupa quase um terço da tela e não pode ser desativado.
  • a gestão de entradas HDMI é confusa: detectar dispositivos demora e é preciso percorrer menus para setar o modo de jogo.
  • o HDMI-CEC funciona bem apenas para alguns consoles, mas não desliga o televisor e o receiver; o controle remoto da Samsung complica a experiência.
  • tentativas de resolver passaram por Harmony, Home Assistant e integrações via nuvem da Samsung, sem solução confirmada até o fechamento do texto.

O leitor descreve uma experiência de compra de TV OLED em junho de 2024, em uma loja de eletrônicos, ao comparar modelos LG C3 e Samsung S90C. O texto aponta que, pese à qualidade da imagem, problemas de software degradam a experiência.

O relato é centrado em um consumidor e sua família, que afirma ter se arrependido da escolha pela Samsung após usar o aparelho por um ano e meio. O fio condutor são falhas no software que atrapalham a usabilidade diária.

O autor aponta dois problemas principais: o menu de volume na tela e a gestão de entradas HDMI. Ele descreve uma experiência cansativa de configuração ao conectar dispositivos, com perdas de tempo e frustrações recorrentes.

Falha no software e volume invasivo

A crítica inicial foca na barra de volume exibida na tela, que ocupa grande parte da tela e não informa detalhes úteis quando há um receptor externo. O texto cita que usuários discutem o tema há anos sem solução.

Segundo o relato, a barra de volume não facilita a leitura do nível atual nem a compatibilidade com áudio surround ou Dolby Atmos, dificultando o ajuste em momentos de diálogo baixo vs ação alto.

Gestão de HDMI e compatibilidade

Outro ponto é a suposta má noção de entradas HDMI, que obriga a navegação por menus complexos toda vez que se conecta um novo dispositivo. O autor compara com a simplicidade de LG e outros fabricantes.

O texto explica falhas de HDMI-CEC que impedem desligar a TV ou o receptor de forma automática, exigindo várias etapas manuais para configurar o modo de jogo ou alternar entradas.

Integrações e frustrações com ecossistema

O relato menciona a tentativa de usar ferramentas de automação, como Harmony e Home Assistant, que dependem de integrações complexas com a nuvem da Samsung. Em alguns casos, as soluções não funcionam de forma consistente.

O autor cita ainda que a tentativa de obter atualização para reduzir o tamanho da sobreposição de volume pode ter ficado paralisada devido a problemas técnicos, sem previsão de resolução.

Conclusão em aberto

O texto encerra sem oferecer solução definitiva, mas enfatiza a frustração com anúncios de atualizações que não chegam. A Samsung foi questionada pela reportagem, sem resposta publicada até o fechamento.

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