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Codificação de vibração nos apps da Nothing é divertida até torná-los úteis

Nothing testa ecossistema de apps de IA com o Builder, mas gaps de usabilidade e limitações técnicas dificultam a adoção até a maturação

Making a smiley widget with Nothing’s web-based Essential Apps Builder.
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  • Nothing busca um ecossistema de apps gerados por IA, usando o Apps Builder dentro do Playground para criar widgets na tela inicial sem necessidade de código.
  • O Builder analisa o que o usuário quer em linguagem simples, gera o widget e permite iterar ou ajustar antes de enviar ao celular.
  • Testes mostraram avanços: um widget de acompanhamento de água, um de compromissos do Google Calendar e um widget mínimo de humor funcionaram na primeira tentativa; porém, widgets mais complexos apresentaram limitações, como corte de texto e problemas de localização.
  • Atualmente, o Builder funciona apenas com o Nothing Phone (3), suporta apenas tamanhos de widget 2×2 e 4×2 e tem integrações limitadas com localização, contatos e calendário; futuras atualizações devem ampliar funcionalidades e tamanhos.
  • O público terá uma expansão futura com mais dispositivos, mais formatos de widget e um ecossistema de criadores para remix de apps, mas ainda não há data de lançamento público.

Nothing pretende criar um ecossistema de apps gerados por IA, mas ainda precisa avançar em várias frentes. Em uma semana de testes com o Nothing Essential Apps Builder, a proposta parece promissora, mas não entrega como ferramenta confiável hoje.

O projeto funciona dentro da camada de IA sobre Android, segundo a empresa. O objetivo é personalizar dispositivos, com widgets criados por IA que aparecem na tela inicial. O eco da ideia é maior que a ferramenta em si neste momento.

O Builder está disponível no Playground, loja interna do Nothing. O usuário descreve o que quer em linguagem simples e o Builder gera o app. Não é necessário saber programar; ainda assim, há etapas de refinamento e perguntas para esclarecer a função desejada.

Na prática, os widgets criados apresentam variações de qualidade. Widgets simples, como um rastreador de água ou a agenda do dia a partir do Google Calendar, funcionam bem na primeira tentativa. A organização dos projetos fica armazenada em pastas no Playground.

Entretanto, widgets mais complexos mostram limitações. Uma lista de compras perde itens em exibição, textos são cortados e a localização pode trazer múltiplos resultados sem filtragem. Um temporizador Pomodoro travou ao bloquear o telefone, dificultando o uso prático.

Desafios e perspectivas

Para além da beta, duas questões limitam o ecossistema. Primeiro, o Builder roda apenas no Nothing Phone (3), com tamanhos específicos de widget (2×2 e 4×2) e integrações básicas com localização, contatos e calendário. Futuramente, a empresa pretende ampliar funções, bibliotecas de dados e acesso a câmeras.

Segundo, o usuário encontra barreiras comuns ao uso de ferramentas de IA. A entrevistada neste teste relata dificuldades em saber exatamente o que pedir e como formulá-lo. A ideia de um ecossistema baseado em vibes é atraente, mas pode não bastar para todos.

A Nothing avança para ampliar compatibilidade com mais dispositivos, dados da internet, biblioteca de mídia, câmeras e dispositivos Bluetooth. A empresa não informou uma data de lançamento pública, apenas que depende de estabilizar integrações, permissões e compatibilidade entre dispositivos.

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