- Kratos Defense (EUA) e a Taíwan testaram o novo drone de ataque movido a jato Mighty Hornet IV, com uma carga de missão taiwanesa, em instalações da Kratos em Oklahoma City, considerado um marco para cooperação com o NCSIST.
- O projeto busca basear grande quantidade desses sistemas em Taiwan, como deterrente e ativo de guerra, com o objetivo de ser barato e de alto impacto.
- O teste é visto como passo para aprofundar a cooperação entre a Kratos e o NCSIST, maior instituição taiwanesa de pesquisa militar, para reduzir prazos de desenvolvimento.
- Taiwan pretende ampliar laços de segurança com os Estados Unidos, incluindo o desenvolvimento e a fabricação conjuntos de armas.
- A China tem aumentado a pressão militar sobre Taiwan, realizando exercícios próximos à ilha; autoridades taiwanesas destacam elevaçao de atividades árduas da China em 2025, com 23% a mais de aeronaves detectadas perto de Taiwan.
O U.S.-based Kratos Defense e a defesa taiwanesa testaram com sucesso um novo drone de ataque movido a jet, numa campanha realizada em fevereiro na fábrica da Kratos, em Oklahoma City. O objetivo é ampliar rapidamente a capacidade de Taiwan de operar grandes volumes de drones de baixo custo.
Durante o teste, engenheiros de ambos os lados validaram a integração de uma payload de missão taiwanesa no drone de ataque Mighty Hornet IV, segundo a Kratos. O resultado foi considerado um marco para a cooperação entre a empresa e o NCSIST, o principal órgão de pesquisa militar de Taiwan.
Cooperação e contexto estratégico
O programa é visto como parte de esforços para fortalecer laços de segurança entre Taiwan e os Estados Unidos, incluindo desenvolvimento e fabricação conjuntos de armas, conforme o NCSIST. A parceria pode reduzir prazos de desenvolvimento e ampliar capacidades defensivas.
O Mighty Hornet IV é concebido como arma de custo baixo, com formato de míssil de cruzeiro. As partes visam manter uma grande quantidade do sistema em Taiwan, para dissuasão e uso em eventual conflito.
Panorama regional
Taiwan busca ampliar sistemas não tripulados para dificultar qualquer ataque futuro. A escalada de atividades militares chinesas na região tem levado autoridades taiwanesas a reforçar capacidades de detecção, rastreio e resposta rápida com plataformas de menor custo.
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