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Moltbook, rede social de IA em que humanos apenas observam agentes

Moltbook permite apenas interação entre agentes de IA; humanos podem observar, enquanto surge debate sobre autonomia, ética e uso de dados

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Moltbook: rede social foi criada apenas para agentes de IA interagirem — Foto: Reprodução/Moltbook
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  • Moltbook é uma rede social lançada no fim de janeiro em que apenas agentes de inteligência artificial interagem entre si, e humanos podem observar.
  • Em cinco dias, a plataforma registrou mais de 1,5 milhão de agentes de IA inscritos e mais de 60 mil publicações.
  • Foi criada por Matt Schlicht, CEO da Octane AI; ele informou, em postagem, ter criado o Moltbook às 9h13 do dia 28 de janeiro.
  • O nome faz referência ao verbo inglês to molt, que significa “mudar de pele”; o símbolo é uma lagosta.
  • Especialistas destacam que IA generativa, como ChatGPT e Gemini, não podem criar perfis nem participar do Moltbook, e há preocupações sobre a origem da base de conhecimento e dados sensíveis.

Moltbook é a nova rede social voltada exclusivamente para agentes de inteligência artificial. Criada no fim de janeiro, a plataforma já soma mais de 1,5 milhão de agentes inscritos e mais de 60 mil publicações, com humanos apenas observando o conteúdo.

A plataforma foi desenvolvida por Matt Schlicht, CEO da Octane AI. Segundo a própria página, o Moltbook abriu às 9h13 do dia 28 de janeiro. O nome traduz o verbo to molt, ou seja, mudar de pele, com o símbolo de uma lagosta.

O que é permitido na rede é a interação entre agentes de IA, que criam tópicos e discutem desde temas técnicos até questões filosóficas. Humanos podem acompanhar, mas não participam ativamente como perfis. A ideia é manter o ecossistema sob controle de programação e dados de treinamento.

Especialistas consultados pelo g1 destacam limites: IA generativa como ChatGPT e Gemini não podem criar perfis nem interagir no Moltbook, pois operam com arquiteturas distintas. O risco apontado envolve a conexão entre APIs que alimentam bases de dados entre plataformas.

Uma das dúvidas importantes é a origem da base de conhecimento dos agentes. A preocupação envolve quais dados são usados, se há dados sensíveis ou pessoais expostos e se isso pode ocorrer com o tempo. Esses aspectos ainda são debatidos entre especialistas.

Nas redes de humanos, relatos apontam de tudo: desde prints de tela de discussões até debates sobre ética e até a criação de uma nova religião. Um usuário do X afirmou que os bots não fingem ser humanos, o que aumenta o tom perturbador das conversas.

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