- Sun Raghupathi, CEO da Veda, explica como DeFi de nível consumidor, rendimento on-chain e infraestrutura cross-chain estão movendo o cripto de um mercado especulativo para uma infraestrutura financeira real, com os vaults como elemento central.
- Convergência entre stablecoins, ativos do mundo real (RWAs) e rendimento cross-chain aparece como próximo motor de crescimento do DeFi; stablecoins são apontadas como impulsionadoras de escala, não o Bitcoin.
- Arquiteturas multi-chain desbloqueiam liquidez global e a tokenização de RWAs deve ampliar significativamente as oportunidades de rendimento on-chain.
- A conversa indica a transição do DeFi experimental para infraestrutura de nível institucional, valorizando segurança, componibilidade (composability) e experiência do usuário (UX).
- Perspectiva para o futuro do DeFi: sistemas financeiros unificados, voltados para usuários reais, com rendimento real e integração com o mundo real, destacando vaults, complexidade cross-chain, adoção empresarial e maturação da infraestrutura cripto.
Sun Raghupathi, CEO da Veda, explicou em entrevista como DeFi voltado para o consumidor, yield on-chain e infraestrutura cross-chain estão moldando o setor de criptomoedas. O foco é transformar o mercado em uma infraestrutura financeira real, com maior transparência, acessibilidade e escalabilidade.
Segundo o executivo, os vaults crypto se tornaram uma das primitives mais fortes, oferecendo caminhos mais estáveis para gestão de ativos do que modelos de yield tradicionais. A conversa aponta vaults como ponte entre usuários comuns, instituições e finanças descentralizadas.
O debate destaca a integração entre stablecoins, ativos do mundo real (RWAs) e yield entre várias chains como motor de crescimento do DeFi. Raghupathi argumenta que stablecoins impulsionam a escala, enquanto arquiteturas multi-chain liberam liquidez global e RWAs tokenizados ampliam oportunidades de yield on-chain.
A entrevista também analisa a transição do DeFi experimental para infraestrutura de nível institucional. Questões de segurança, composição entre protocolos e experiência do usuário aparecem como prioridades, superando a busca por novidades técnicas.
No panorama futuro, a conversa aponta para uma fase de DeFi mais coesa e orientada a usuários reais, yield tangível e integração com o mundo real. As perspectivas incluem adoção empresarial, maturação da infraestrutura cripto e simplificação de operações em ambientes interligados.
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