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Robô com pochete ajudou a percorrer quilômetros

Exoesqueleto de pochete frontal facilita longas caminhadas no CES, mas a bateria do Wim S falha, levantando dúvidas sobre autonomia e uso prático

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
That’s me, wearing the Wim S at CES — and the backpack I carried it in.
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  • Un humano usa um exoesqueleto leve em formato de pocheira (Wim S) da Wirobotics para caminhar no CES, em Las Vegas, testando o acessório durante o evento.
  • O modelo Wim S, com peso de 3,6 libras, promete reduzir o esforço em até 20% e facilita colocar e remover, cabendo em uma mochila para recarregar via USB-C.
  • O acessório frontal não aumenta a velocidade nem o peso suportado, mas permite passos mais longos e menos fadiga; o autor aponta que, sem o power on, andar fica bem mais difícil.
  • Desvantagens observadas incluem autonomia de menos de 50 Wh e falhas na indicação de carga, além de não ser ideal para subir escadas; o design frontal facilita esconder o equipamento sob a roupa, em comparação com modelos maiores.
  • A Wirobotics lançou o Wim S na Coreia e planeja expansão para os Estados Unidos, Europa e Japão, com conversas já ocorridas com a Best Buy.

O exoesqueleto em formato de pochete, chamado Wim S, foi testado novamente no CES de Las Vegas. O repórter acompanhou a experiência com o objetivo de entender se esse tipo de dispositivo facilita a locomoção sem tornar a caminhada cansativa. O estudo de caso envolveu o uso do Wim S para percorrer os corredores da feira e áreas adjacentes.

Desta vez, o teste foi feito com um modelo mais compacto, pesando 3,6 libras. O dispositivo fica preso à cintura à frente, com dois braços que se estendem para ajudar a levantar as pernas durante a caminhada. A promessa é reduzir o esforço em até 20% durante atividades prolongadas.

O Wim S foi conectado via bateria integrada, recarregável por USB-C. O repórter relatou que, apesar de o equipamento funcionar bem, a bateria tem capacidade abaixo de 50 Wh, o que provocou falha sem aviso após cerca de três milhas caminhadas.

Autonomia e uso prático

A bateria do Wim S não oferece troca rápida, o que exigiu manter o carregamento ativo durante o dia. Em alguns momentos, o demonstrador observou leituras de carga que variavam drasticamente na tela da aplicação. Isso gerou preocupações sobre constância de energia.

Os motores frontais ajudam a elevar as pernas e amortecer o impacto, permitindo passos mais longos por mais tempo. Quando desativado, o esforço de caminhar é percebido de forma mais acentuada, segundo o relato do repórter.

O design frontal também facilita vestir roupas e acessar bolsos, em comparação a modelos com motores acoplados às laterais do tronco. O Wim S pode ser preso e removido rapidamente, cabendo em uma mochila para recarga no local.

Embora o dispositivo seja portátil, há limitações em escadas e em situações que exigem flexibilidade no cotidiano, como sentar em bancos com braços. O repórter sugeriu que futuras versões considerem apoio para pendurar calças.

A fabricante Wirobotics planeja ampliar a distribuição para Estados Unidos, Europa e Japão, após testes na Coreia do Sul. Em conversas com grandes redes de varejo, como a Best Buy, a empresa busca ampliar a presença global do modelo Wim S.

A avaliação geral aponta que o Wim S oferece benefício perceptível no cansaço, sem aumentar velocidade ou capacidade de carga. O equipamento representa uma vertical de uso recreativo e de reabilitação, cada vez mais presente em feiras de tecnologia.

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