- Em 2025, a atividade de desenvolvimento do Bitcoin Core subiu 60%, com 135 desenvolvedores contribuindo 285.000 linhas de código, revertendo anos de declínio.
- A rede movimentou US$ 4,5 trilhões ao longo do ano, com estimativas da CoinMetrics de uma média de cerca de $144 mil por segundo.
- Foi lançada a versão 30.0, que removeu o limite de OP_RETURN de 80 bytes e passou a permitir outputs adicionais, ampliando a capacidade de dados.
- O primeiro audit de segurança público do Bitcoin Core, realizado pela Quarkslab, não revelou vulnerabilidades críticas, apenas dois problemas de baixa severidade.
- A adoção por comerciantes cresceu 53%, instituições seguraram quase 7% da oferta de Bitcoin, e foram registradas 33 milhões de inscrições (inscriptions) na blockchain, com taxas relativamente baixas.
Bitcoin Core teve atividade de desenvolvimento 60% mais alta em 2025, com 135 desenvolvedores contribuindo 285 mil linhas de código. O volume de transações alcançou US$ 4,5 trilhões no ano, indicando retomada de ritmo no protocolo.
A mudança ocorreu após anos de queda na participação e debates sobre o propósito da rede, marcando o período mais ativo desde os primeiros anos do projeto. O crescimento foi acompanhado de auditoria pública de segurança.
Auditoria de Segurança
Em novembro de 2025, o Bitcoin Core concluiu a primeira auditoria pública de segurança, realizada pela Quarkslab. O relatório apontou apenas duas questões de baixa severidade, sem vulnerabilidades críticas.
Os números oficiais foram compilados por Jameson Lopp, que destacou 135 contribuidores e a cifra de 285 mil linhas, além de lembrança de que a rede movimentou 4,5 trilhões de dólares no ano.
Atualização de software e impactos operacionais
Ao mesmo tempo, houve o lançamento da versão 30.0, expandindo o OP_RETURN para 100 mil bytes e permitindo múltiplos outputs por transação. A comunidade dividiu opiniões sobre as implicações dessa mudança.
O upgrade desencadeou migração para alternativas como Bitcoin Knots, que já representa parcela relevante da rede. Analistas veem efeitos variados na segurança, na spamidade e na governança do protocolo.
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