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Fraude com deepfake usa nome de colunista do Financial Times para enganar investidores

Fraudes digitais estão em alta: mais de 1.700 anúncios falsos usando a imagem de um colunista do Financial Times enganam usuários na UE.

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Um autor do Financial Times está enfrentando um problema com um avatar falso que usa seu nome e imagem para enganar pessoas em anúncios de investimento nas redes sociais. Desde março de 2025, ele tenta remover esse deepfake, que atrai usuários para um grupo de investimento que ele não lidera. Recentemente, foram encontrados mais de 1.700 anúncios fraudulentos que alcançaram cerca de 970 mil pessoas na União Europeia. Esses anúncios, que incluem vídeos e imagens manipuladas, foram exibidos no Facebook e Instagram, plataformas da Meta. Apesar dos esforços da empresa para removê-los, novos anúncios continuam a aparecer, comprados por contas falsas. O autor notificou a Meta, que inicialmente retirou alguns anúncios, mas a situação piorou com o surgimento de mais publicações fraudulentas. Um especialista em redes sociais informou que os anúncios foram espalhados por pelo menos dez contas falsas, que se multiplicam rapidamente após serem banidas. A Meta disse que está trabalhando em novas tecnologias para combater fraudes, mas o autor questiona a eficácia dessas medidas, ressaltando a gravidade de ser parte involuntária de um golpe e alertando os usuários a não confiarem em anúncios que prometem investimentos.

Um autor do Financial Times enfrenta um problema com um avatar fraudulento que utiliza seu nome e imagem para enganar usuários em anúncios de investimento nas redes sociais. Desde março de 2025, ele tem tentado eliminar essa versão falsa de si mesmo, que é um deepfake. O avatar tenta atrair pessoas para um grupo de investimento que ele não lidera.

Recentemente, foram identificados mais de 1.700 anúncios fraudulentos que alcançaram cerca de 970 mil usuários na União Europeia. Esses anúncios, que incluem vídeos e imagens manipuladas, foram veiculados no Facebook e Instagram, plataformas pertencentes à Meta. Apesar dos esforços da empresa para removê-los, novos anúncios continuam a surgir, comprados por contas falsas.

O autor relatou que, após ser alertado sobre o avatar, notificou a Meta, que inicialmente removeu alguns anúncios. Contudo, a situação se agravou com a descoberta de múltiplas publicações fraudulentas. Um especialista em redes sociais informou que os anúncios foram disseminados por pelo menos dez contas falsas, que se multiplicam rapidamente após serem banidas.

A Meta afirmou que está constantemente desenvolvendo novas tecnologias para combater fraudes, incluindo o uso de reconhecimento facial. No entanto, o autor questiona a eficácia dessas medidas, considerando que a empresa possui vastos recursos. Ele destaca a gravidade de ser parte involuntária de um golpe e alerta os usuários para que não confiem em anúncios que prometem investimentos.

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