- Sandra Annenberg, de 58 anos, comanda o Globo Repórter e afirmou sentir insegurança com transmissões ao vivo por causa do “brain fog” (nevoeiro mental) relacionado à menopausa.
- A jornalista falou sobre mudanças no corpo após entrar no climatério aos 50 anos, destacando que a memória e a concentração foram as mais afetadas.
- Ela comentou que esse quadro gerou apreensão em momentos decisivos da carreira, especialmente em improvisos durante transmissões.
- Em uma lembrança de época, relatou o susto ao ter de cobrir o incêndio na Catedral de Notre-Dame sem informações suficientes, o que aumentou a tensão no ao vivo.
- Sandra defendeu naturalizar o tema da menopausa e do climatério, dizendo que o assunto vem sendo discutido com mais abertura nos últimos anos.
Sandra Annenberg, aos 58 anos, revelou insegurança com transmissões ao vivo em razão de efeitos da menopausa. Ela abriu o jogo durante o programa Sem Censura, na TV Brasil, na quarta-feira passada, detalhando o que chama de nevoeiro mental.
A jornalista afirmou que entrou no climatério por volta dos 50 anos. Segundo ela, a memória e a concentração ficaram mais afetadas, o que é especialmente relevante para quem trabalha com jornalismo ao vivo.
Ela descreveu o fenômeno conhecido como brain fog, ligado à memória e à fluência verbal, e contou que, em momentos decisivos na carreira, chegou a temer ficar sem palavras durante uma transmissão.
A fala sobre o tema foi acompanhada de lembranças de uma ocasião em que precisou noticiar um incêndio na Catedral de Notre-Dame sem informações completas, o que gerou tensão e dificultou o improviso no ar.
Debate sobre menopausa e naturalização
Annenberg reforçou a necessidade de tratar o climatério com mais naturalidade. Ela comentou que, desde o início da meia-idade, há oito anos, a imprensa tem reduzido o tabu sobre a menopausa, buscando diálogo aberto e sem constrangimento.
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