- Bill Ritter, âncora da ABC New York, começou a notar esquecimento de nomes e lugares dois anos antes do diagnóstico de Alzheimer.
- Ele deixou as pautas das 23h e 17h para se dedicar apenas ao noticiário das 18h, buscando melhorar o sono, ainda que os sintomas persistissem.
- Ritter revelou publicamente o diagnóstico na sexta-feira, durante o anúncio da aposentadoria, dizendo ter ficado assustado e elogiando a coragem da família.
- O jornalista afirmou ter feito o teste após perceber os sinais e afirmou que foi crucial buscar avaliação médica.
- Mesmo de licença, ele continuará trabalhando com a equipe do Eyewitness News para apoiar cobertura sobre a doença, descrevendo a transição como uma nova função.
Bill Ritter, âncora da ABC New York, revelou os primeiros sinais de Alzheimer observados dois anos antes do diagnóstico. O jornalista de 76 anos informou isso durante participação no programa matutino Good Morning America e confirmou a aposentadoria.
Os sintomas começaram com esquecimento de nomes e de lugares, o que motivou Ritter a se afastar dos telejornais das 23h e das 17h. Mesmo reduzindo a carga de trabalho, os sinais não melhoraram e ele decidiu manter apenas o noticiário das 18h.
Com o diagnóstico divulgado na sexta-feira, Ritter explicou que, mesmo diante do afastamento, continuará ligado à emissora para apoiar uma cobertura especial sobre a doença. Ele ainda ressaltou o impacto da condição na família e a importância do diagnóstico precoce.
Diagnóstico público e novo papel
Ritter contou que a decisão de fazer o teste foi decisiva para entender a situação e planejar o futuro profissional. O jornalista atuou na WABC desde 1998 e afirmou que vai manter a participação em projetos da equipe de Eyewitness News voltados para Alzheimer.
Em entrevista a executivos e colegas, o âncora ficou claro: a prioridade é informar o público de forma clara e precisa, sem sensacionalismo, mantendo o foco em dados verificáveis sobre a doença.
Entre na conversa da comunidade