- A psicóloga Patrícia Esteves alerta para os riscos da exposição precoce de crianças a padrões estéticos impostos pela mídia, moda e sociedade.
- Ela afirma que a infância deve ser de inocência, descoberta e liberdade, sem cobranças por uma aparência perfeita.
- A especialista destaca o papel da mídia na formação dessas expectativas e orienta os pais a monitorar o que as crianças consomem.
- Recomenda promover uma educação que valorize diversidade e autenticidade, evitando padronização e a busca por uma perfeição inalcançável.
- Pais devem incentivar atividades que promovam autoestima e amor próprio, evitando expor crianças a padrões de beleza irreais; a imagem da matéria ilustra a pressão estética sobre a infância.
A psicóloga Patrícia Esteves, especialista em infância e adolescência, alerta sobre os riscos da exposição precoce das crianças a padrões estéticos impostos pela mídia, moda e sociedade. A ideia é evitar que a infância vire vitrine para critérios de beleza inalcançáveis que prejudicam autoestima e desenvolvimento emocional.
Segundo ela, a infância deve ser tempo de inocência, descoberta e liberdade, sem cobranças para se encaixar em um modelo estético. A recomendação é promover identidade e expressão autênticas, sem privilegiar a padronização.
A especialista ressalta o papel da mídia na formação dessas expectativas e orienta que os pais fiquem atentos ao que as crianças consomem. É necessária educação que valorize diversidade e autenticidade, evitando a busca por perfeição inexistente.
Papel da mídia e dos pais
A psicóloga indica que pais devem incentivar atividades que fortalecem autoestima e amor próprio, além de evitar exposição a padrões de beleza irreais. A qualidade do ambiente familiar é crucial para o desenvolvimento emocional saudável.
Proteção à infância
A imagem que acompanha a matéria ilustra uma criança maquiando-se, símbolo da pressão estética enfrentada desde cedo. É fundamental manter a atenção de adultos para preservar a inocência infantil e promover um desenvolvimento equilibrado.
Entre na conversa da comunidade