- Abril Azul é a campanha mundial de conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista, reconhecida pela ONU, que busca ampliar informação, reduzir preconceito e promover inclusão.
- Hendyohara, mãe de Dante, de quatro anos, tem autismo nível 1; o diagnóstico foi confirmado aos dois anos e oito meses.
- A influenciadora relata episódios de regressão no desenvolvimento, incluindo período em que Dante deixou de falar por quase um mês.
- Atualmente, Dante recebe acompanhamento com fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia e musicoterapia; houve avanço, com ele formando frases e até largando a fralda.
- Especialistas destacam a importância do diagnóstico precoce e da participação da família no tratamento; a inclusão na educação infantil deve ser prática diária e respeitar o tempo de cada criança.
Hendyohara, mãe de Dante, que tem autismo nível 1, compartilha a experiência de uma maternidade atípica e a trajetória de desenvolvimento do filho. A história é vinculada ao Abril Azul, mês mundial de conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Dante completa quatro anos nesta quarta-feira e recebeu o diagnóstico aos 2 anos e 8 meses. A influenciadora, com 5,2 milhões de seguidores no Instagram, relata sinais já presentes nos primeiros meses de vida e descreve episódios de regressão que angustiaram a família.
A família aponta que o diagnóstico precoce permitiu iniciar tratamentos como fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia e musicoterapia. Atualmente, Dante apresenta avanços, como formação de frases e melhora na comunicação, além de ganhar autonomia diária.
Tratamento precoce
Especialistas reforçam que a conscientização e o acolhimento na infância influenciam o desenvolvimento de crianças com TEA. A neuropedagoga Fernanda King afirma que a base da inclusão está na educação infantil, onde a convivência e o respeito às diferenças começam.
A prática de inclusão envolve adaptar ambientes e estratégias para garantir participação efetiva. Segundo a especialista, convivência com crianças com e sem neurodivergência beneficia a todos, promovendo empatia e aprendizado mútuo.
Para Hendyohara, o Abril Azul também serve para ampliar a visibilidade das vivências associadas ao TEA. Ela destaca a importância de respeitar o tempo de cada criança e as singularidades de cada desenvolvimento, sem padronizar expectativas.
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