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Starmer mira combater recursos viciantes das redes sociais para proteger crianças

Starmer promete enfrentar recursos viciantes das redes para proteger crianças, após veredito nos EUA que responsabiliza Meta e YouTube pelos danos

Families who accused Meta and YouTube of putting their children in the way of harm outside the court in Los Angeles, California on Wednesday.
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  • O primeiro-ministro Keir Starmer anunciou que vai enfrentar as “características viciantes” das redes sociais e buscar mais regulação no Reino Unido, após o veredito nos EUA.
  • O julgamento na Califórnia considerou Meta e YouTube negligentes por não advertirem adequadamente sobre os riscos das tecnologias usadas.
  • O dano total foi de $ six milhões, com Meta arrematando 70% e YouTube o restante, em favor de uma jovem de 20 anos que afirmou ter ficado viciada desde a infância.
  • O governo britânico está consultando medidas, incluindo a possível proibição de redes sociais para menores de 16 anos.
  • Reações na União Europeia destacaram que o caso pode enviar uma mensagem clara sobre a necessidade de maior responsabilidade das plataformas online.

Keir Starmer anunciou que vai enfrentar os chamados recursos viciados das redes sociais para proteger as crianças, após um veredito histórico nos EUA. O primeiro-ministro britânico afirmou que o governo pode avançar em novas regulações após a decisão em tribunal da Califórnia contra Meta e YouTube. A notícia aponta para possíveis medidas como a restrição de uso para menores de 16 anos e a redução de recursos viciantes nas plataformas.

O veredito considerou as empresas negligentes ao não oferecer warnings adequados sobre riscos de uso excessivo. A indenização total de 6 milhões de dólares foi atribuída majoritariamente à Meta, com YouTube arcando com o restante. O caso envolveu uma mulher de 20 anos que afirmou ter se viciado em redes sociais desde a infância.

O governo britânico destacou que o quadro atual não é suficiente e sinalizou consultar políticas públicas para reduzir danos causados por plataformas digitais. A participação de líderes regulatórios europeus também foi mencionada como parte de um movimento global por maior responsabilidade das big tech.

Repercussões internacionais

Em Bruxelas, a chefe digital da Comissão Europeia afirmou que o caso envia uma mensagem clara sobre a necessidade de forçar plataformas a enfrentar riscos para a segurança de jovens. A presidente da Molly Rose Foundation afirmou que a decisão pode servir de alerta para o setor.

Especialistas ouvidos pela imprensa destacaram o potencial impacto regulatório sobre plataformas como TikTok, Instagram e X, com debates em torno de normas de divulgação, publicidade e proteção de dados para menores. Observadores veem sinais de que o tema poderá ganhar tração em novas propostas de lei.

Analistas de tecnologia ressaltaram que casos assim podem influenciar decisões judiciais e legislativas em diferentes países. O uso de dados de usuários jovens e estratégias de envolvimento foram apontados como áreas de foco para futuras normativas. A expectativa é de que novas ações regulatórias avancem nos próximos meses.

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