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Norte lidera falta de acesso a absorventes em escolas, diz IBGE

Região Norte registra menor acesso a absorventes em escolas, com 56% das alunas atendidas, contribuindo para maior absenteísmo, especialmente no Amazonas

Pesquisa também avaliou a disponibilidade de absorventes nas instituições de ensino
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  • A PeNSE de 2024, do IBGE, aponta que na região Norte apenas 56% das alunas têm acesso a absorventes nas escolas, enquanto Sul, Sudeste e Nordeste ficam acima de 85%.
  • O Amazonas registra o maior absenteísmo por falta de higiene menstrual, com 27,9% das alunas faltando às aulas.
  • Distribuição entre redes: 17% das alunas da rede pública faltaram por desabastecimento, contra 6% na rede privada.
  • Ranking de oferta por estados mostra Santa Catarina e Goiás em primeiro lugar, com 94,1% cada; os menores índices são de Roraima (38,5%) e Pará (43,3%).
  • A média nacional é impulsionada pelo Sudeste e Sul; Norte é o cenário mais crítico, com apenas 56% de disponibilidade do item nas escolas.

OIBGE divulgou nesta quarta-feira (25) a PeNSE 2024, que aponta a falta de absorventes em escolas como fator que afeta 15% das adolescentes brasileiras. A Região Norte concentra os piores indicadores de oferta, com apenas 56% das alunas tendo acesso ao item.

A pesquisa, realizada em parceria com os ministérios da Saúde e da Educação, mostra que a descontinuidade no fornecimento impacta a frequência escolar. No Amazonas, o absenteísmo por falta de higiene menstrual alcançou 27,9%.

Entre as redes de ensino, a desigualdade é significativa. Na rede pública, 17% das meninas faltaram às aulas por desabastecimento, contra 6% na rede privada, evidenciando disparidades no acesso ao item básico.

Desigualdade entre redes e regiões

Geograficamente, os impactos variam bastante. Santa Catarina lidera o ranking de oferta com 94,1% de acesso, enquanto Roraima registra 38,5% e Pará 43,3%.

No norte, as universidades e escolas enfrentam o maior desafio de disponibilidade de absorventes. A média nacional é influenciada pelo Sudeste e pelo Sul, onde a oferta é de 92% e 91%, respectivamente.

Ranking de oferta por estado

1. Santa Catarina – 94,1%

2. Goiás – 94,1%

3. São Paulo – 93,7%

4. Amapá – 93,1%

5. Ceará – 92,8%

6. Minas Gerais – 92,2%

7. Paraná – 90,1%

8. Espírito Santo – 89,4%

9. Sergipe – 88,7%

10. Rio Grande do Sul – 88,7%

11. Mato Grosso – 87,4%

12. Pernambuco – 86,6%

13. Piauí – 86,2%

14. Rio de Janeiro – 84,9%

15. Distrito Federal – 84,7%

16. Acre – 81,0%

17. Alagoas – 80,5%

18. Bahia – 79,0%

19. Mato Grosso do Sul – 75,7%

20. Amazonas – 71,0%

21. Maranhão – 68,9%

22. Paraíba – 64,4%

23. Rondônia – 63,1%

24. Tocantins – 56,3%

25. Rio Grande do Norte – 54,9%

26. Pará – 43,3%

27. Roraima – 38,5%

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