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Adolescentes no Reino Unido participam de estudo com restrições de redes sociais

Governo britânico testa restrições de redes sociais com trezentos adolescentes por seis semanas, para subsidiar consulta sobre proibição de menores de dezesseis

The trial will measure the effect of varying levels of social-media restriction on the participants’ lives.
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  • O governo britânico fará um piloto com trezentos adolescentes, divididos em grupos: alguns terão redes sociais desativadas; outros ficarão sem acesso durante a noite ou com limite de uma hora de uso, durante seis semanas, para comparar impactos.
  • Paralelamente, ocorre uma consulta pública para decidir se menores de 16 anos devem ser proibidos de usar redes sociais no país.
  • A secretária de tecnologia, Liz Kendall, afirma que os pilotos visam gerar evidências para próximos passos com relatos das famílias.
  • Um estudo independente, financiado pelo Wellcome Trust e coordenado pelo Bradford Institute for Health Research e pela Universidade de Cambridge, acompanhará cerca de 4 mil alunos entre 12 e 15 anos para avaliar ansiedade, sono, relações, bem-estar e bullying.
  • O tema ganha peso político, com pressão para seguir a linha da Austrália; MPs já haviam rejeitado uma proibição, e uma emenda sobre proibição deve ser votada entre hoje e amanhã, segundo perguntas de parlamentares.

Durante uma pilotagem conduzida pelo governo, centenas de jovens no Reino Unido testarão restrições em redes sociais por seis semanas, com bans, curfios digitais e limites de uso. O objetivo é comparar impactos na vida diária dos adolescentes.

Um grupo terá apps sociais desativados em casa, outro ficará sem acesso durante a noite ou limitado a uma hora diária, em apps como Instagram, TikTok e Snapchat. Um terceiro não terá restrições, para comparação.

O piloto ocorre em todas as quatro nações do Reino Unido e envolve cerca de 300 adolescentes. A iniciativa busca dados reais sobre como diferentes limitações afetam comportamento e bem-estar.

Estudo independente

Um estudo paralelo, financiado pelo Wellcome Trust, acompanhará cerca de 4.000 estudantes entre 12 e 15 anos em 10 escolas de Bradford. A colaboração envolve o Bradford Institute for Health Research e a University of Cambridge.

O estudo analisará mudanças em ansiedade, sono, convivência com família e amigos, autoestima, comparação social, faltas e bullying. Os resultados devem ajudar a entender efeitos de reduzir o uso de redes.

Contexto político e consulta pública

Ao mesmo tempo, uma consulta pública recebe milhares de respostas sobre limites etários para redes sociais. Pesquisas e debate acadêmico impulsionam a discussão sobre eventuais proibições para menores de 16 anos.

O governo avalia opções com base em evidências de famílias e escolas. Parlamentares já discutem medidas semelhantes a planos adotados na Austrália, com divergências entre partidos e grupos de interesse.

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