- Lily Cornell Silver, filha do falecido vocalista Chris Cornell, formou a banda Josie on the Rocks em 2021, em Califórnia, usando a música como terapia para lidar com a saúde mental e a perda do pai.
- Em julho de 2022, Graham Derzon-Supplee, baterista da banda, morreu por afogamento acidental, levando o grupo a enfrentar um novo luto intenso.
- A cantora entrou em terapia de internação após o choque da morte do amigo, relato que ela diz ter salvado sua vida e ajudado a retomar o equilíbrio emocional.
- Durante o tratamento, houve atuação de terapia musical e a produção de uma tese universitária ainda no hospital, além de relatos de apoio de familiares e de profissionais da área de saúde mental.
- Hoje, os três membros originais seguem em caminhos diferentes na música, mas lançaram músicas de Josie on the Rocks — começando por “Not You” e “Super Sonic” — para celebrar a vida de Graham.
Lily Cornell Silver, filha do falecido vocalista Chris Cornell, revelou como a terapia foi determinante para reerguer sua saúde mental após a perda do pai e de um amigo próximo. A história ganhou contornos com a formação da banda Josie on the Rocks, em 2021, na Califórnia.
A banda, formada por Lily, Luis Verdin e Alex Albrecht, contou com Graham Derzon-Supplee na bateria. Em meio ao luto pelo pai e ao desgaste pós-pandemia, o grupo encontrou propósito ao compor e se apresentar, fortalecendo a rotina criativa de Silver.
Em julho de 2022, Derzon-Supplee faleceu por afogamento acidental durante as filmagens de um clipe. O drama levou Lily a buscar tratamento inpatient, que se mostrou crucial para sua recuperação, trazendo estrutura e apoio durante o choque emocional.
Hoje, os ex-companheiros de banda residem em cidades diferentes, cada um com projetos solos, incluindo Silver com o grupo folk Brudi Brothers. O lançamento de músicas de Josie on the Rocks, como Not You e Super Sonic, celebra a memória de Graham e mantém o legado musical em movimento.
Silver destacou que a terapia musical, em conjunto com a terapia clínica, ajudou a reconectar com o corpo e com a vida social. Ela também ressaltou o papel de uma rede de apoio familiar e de amigos na recuperação, sem mencionar perspectivas finais.
A história de Silver reforça a relação entre luto, saúde mental e expressão artística, evidenciando como a música pode sustentar pessoas em momentos de crise e transformar uma perda em continuidade criativa.
Fontes: Rolling Stone (entrevistas e relatos de Lily Cornell Silver).
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