- Ministério da Saúde participou do Encontro Nacional de Periferias, em 21 de março, em São Paulo, com ações voltadas à equidade, acesso e fortalecimento do cuidado nos territórios periféricos.
- No estande institucional, houve distribuição de preservativos, insumos variados e autotestes de HIV, além de orientação sobre prevenção e acesso aos serviços de saúde.
- O espaço reuniu materiais educativos de linguagem acessível, incluindo cadernos sobre saúde da população trans, e apresentou programas como Saúde da Família, Consultório na Rua, Brasil Sorridente e Programa Saúde na Escola.
- A agenda também destacou a saúde digital, com telessaúde e orientação sobre adesão à Oferta Nacional de Telediagnóstico pela Rede Brasileira de Telessaúde; a transformação digital foi apresentada com foco em reduzir desigualdades.
- A participação enfatou escuta, diálogo e participação social como pilares, ressaltando que políticas públicas devem nascer da participação da população e fortalecer o SUS nos territórios periféricos.
O Ministério da Saúde participou do Encontro Nacional de Periferias, realizado em 21 de março, em São Paulo. A atuação incluiu um estande institucional e participação na programação, com foco em equidade, acesso ampliado e fortalecimento do cuidado nos territórios periféricos.
As ações de prevenção tiveram destaque. Foram distribuídos preservativos internos e externos, insumos com diversas características para ampliar adesão e autotestes de HIV. Equipes orientaram o público sobre prevenção, cuidado e acesso aos serviços de saúde.
O estande promoveu materiais educativos com linguagem acessível e audiência inclusiva, incluindo cadernos sobre saúde da população trans, para orientar profissionais e usuários sobre cuidado integral e respeito às diversidades. Programas como Saúde da Família, Consultório na Rua, Brasil Sorridente e Saúde na Escola também ganharam espaço.
A edição enfatizou a saúde digital, com foco na telessaúde e nos serviços assistenciais. Explicou-se como municípios podem solicitar adesão à Oferta Nacional de Telediagnóstico pela Rede Brasileira de Telessaúde. A secretária adjunta de Informação e Saúde Digital destacou que a transformação digital deve considerar as diferenças entre territórios para reduzir desigualdades.
Parceria, território e participação social
Representantes do Governo Federal e de instituições parceiras ressaltaram o papel das periferias na construção de políticas públicas. A importância da atuação conjunta entre Estado e sociedade civil foi destacada pelos organizadores.
Guilherme Simões, secretário nacional de Periferias, destacou o protagonismo dos territórios e a centralidade da saúde, afirmando que não há recuo. Contou ainda que periferias vivas são aquelas com vacinação em dia e acesso à saúde.
Valcler Rangel, da Fiocruz, ressaltou a necessidade de articular territórios distintos, aproximando a saúde das periferias, do campo, das florestas e das águas.
André Bonifácio de Carvalho, do Ministério da Saúde, enfatizou o caráter ampliado do SUS, referindo-se à rede de proteção que envolve democracia, antirracismo e dignidade.
Rodrigo Leite, coordenador de Participação Social, destacou a escuta ativa da população como elemento essencial para qualificar o SUS nos territórios.
Também foi divulgada uma pesquisa para avaliação dos serviços de saúde, buscando percepções da população para orientar melhorias no SUS.
Patrícia Rodrigues, do Ministério da Saúde, destacou o compromisso com a ampliação do acesso ao cuidado, a escuta da população e o fortalecimento das ações do SUS nos territórios.
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