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Atrasos de ambulâncias com corte de energia podem ter contribuído para morte de pai

Coroner conclui que atrasos no atendimento de ambulâncias possivelmente contribuíram para a morte de Peter Coates, após queda de energia impedir oxigênio necessário

Peter Coates lived just two minutes’ drive away from the ambulance station that first tried to send a vehicle.
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  • O legista concluiu que atrasos do serviço de ambulância possivelmente contribuíram para a morte de Peter Coates, em 14 de março de 2019.
  • A queda de energia interrompeu o equipamento de respiração de que ele dependia, dificultando a assistência médica em casa.
  • Portões automáticos não abriram por causa da energia, exigindo intervenção manual que não foi localizada rapidamente.
  • Uma segunda ambulância chegou, mas precisou parar para reabastecer; o tempo total até a entrada na casa foi de quarenta e sete minutos.
  • O inquérito aponta falhas entre as categorias de chamada e resultou em mudanças nos procedimentos do serviço, conforme a família, que enfrentou resistência para obter informações.

Peter Coates morreu em 14 de março de 2019, após uma queda de energia cortar o equipamento de respiração que ele utilizava. A conclusão de um perito aponta que atrasos no atendimento de ambulâncias possivelmente contribuíram para o óbito, ocorrido em Redcar, no nordeste da Inglaterra. A família celebrou, ainda, o encerramento de anos de busca por respostas.

O caso envolve a rede de serviços de emergência do NEAS. A família relata resistência de parte do serviço para esclarecer as circunstâncias finais de Coates, que lutava contra doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) agravada por câncer de pulmão. Em 2019, ele ligou para o 999; uma viatura foi acionada, mas a queda de energia impediu a passagem pela portaria automática do posto.

Na inquisição, ficou registrado que o episódio foi tratado como uma chamada de prioridade 2, a segunda mais alta. Ainda assim, a equipa chegou 47 minutos após o contato inicial, tempo no qual Coates não resistiu. A correição destacou falhas no manuseio de portões de acesso durante a interrupção de energia e a necessidade de vias alternativas para situações que exigem resposta imediata sem sinais de paragem cardíaca ou respiratória.

O que aponta a conclusão

O perito concluiu que atrasos no atendimento de ambulâncias contribuíram para a morte de Coates, o que sugere uma lacuna entre as categorias de prioridade. A diferença entre as categorias one e two, com metas de resposta distintas, foi mencionada como ponto crítico a ser corrigido pela gestão. O relatório deverá ser encaminhado ao NHS England em formatação de Prevent Future Deaths, reforçando a necessidade de clarificar critérios de classificação de urgência.

O inquérito também destacou falhas logísticas, como a demora na abertura de portões automáticos durante o corte de energia e a fuga de informações relevantes ao longo do processo. A NEAS informou que procedimentos foram ajustados, incluindo instruções para uso manual de controles de portão.

Reação da família e da empresa

A família de Coates afirmou que a investigação trouxe apenas parte das respostas esperadas e que ainda há impacto emocional significativo. A afirmação pública do serviço de ambulâncias reconheceu o atraso na resposta e expressou pesar pelo ocorrido, declarando que as mudanças adotadas visam evitar reincidências. A reportagem acompanha a evolução das medidas e as consequências para as práticas de atendimento emergencial.

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