- O Papa Leo pediu que os países ofereçam saúde universal aos cidadãos, chamando isso de “imperativo moral”.
- A declaração foi feita em encontro com participantes de uma conferência sobre saúde organizada pela Organização Mundial da Saúde e bispos europeus.
- Ele afirmou que a cobertura de saúde deve alcançar os mais vulneráveis e não pode ser um privilégio para poucos.
- Leo é o primeiro papa dos Estados Unidos e pediu aos bispos europeus que enfrentem as desigualdades no atendimento à saúde.
- O Papa Francisco, em 2021, já havia defendido que os sistemas de saúde sejam acessíveis a todos, citando a Itália como exemplo.
Na Cidade do Vaticano, o Papa Leo pediu que os países ofereçam cobertura universal de saúde aos cidadãos, definindo o tema como imperativo moral.
O pronunciamento ocorreu durante reunião com participantes de uma conferência de saúde organizada pela Organização Mundial da Saúde e por bispos europeus.
Segundo o Papa, a saúde deve ser acessível aos mais vulneráveis para evitar injustiças que gerem conflitos, e não pode ser luxo de poucos.
O Pontífice lembrou que o Papa Francisco, em 2021, já defendia a acessibilidade universal ao sistema de saúde, citando a Itália como referência de financiamento público.
Leo, o primeiro papa nascido nos Estados Unidos, ressaltou a necessidade de reduzir desigualdades no atendimento na Europa e pediu engajamento dos bispos nesse tema.
Avanço de políticas
Para concluir, o Papa enfatizou que apenas com ação conjunta é possível construir comunidades solidárias que cuidem de todos, valorizando a dignidade humana como fundamento.
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