- Casos de meningite estiveram ligados aos frequentadores do Club Chemistry, em Canterbury, kent, nos dias cinco, seis e sete de março; o clube fechou-se voluntariamente e quem esteve lá ou teve contato próximo foiorientado a usar antibióticos.
- Em sexta-feira, 13 de março, a UK Health Security Agency (UKHSA) informou o primeiro caso em um estudante da Universidade de Kent; contatos próximos foram identificados e receberam antibióticos profiláticos.
- No sábado, 14 de março, autoridades francesas alertaram a UKHSA sobre um segundo caso confirmado na França, em alguém que frequentou a Universidade de Kent; não houve ligação óbvia entre os dois casos.
- A partir de 14 de março, hospitais relataram jovens gravemente adoentados com sintomas de doença meningocócica; até terça-feira, foram administradas 700 doses de antibióticos.
- Em 17 de março, ficou confirmado que o tipo bacteriano é MenB; foi anunciada vacinação direcionada para estudantes que vivem em alojamentos da Universidade de Kent, com possibilidade de expansão.
O que aconteceu: um surto de meningite bacteriana foi ligado a frequentadores da boate Club Chemistry, em Canterbury, Kent, entre 5 e 7 de março. A casa noturna fechou-se voluntariamente e foi recomendada a quem esteve lá ou teve contato próximo que procurasse antibióticos preventivos.
Quem está envolvido: casos identificados entre estudantes e moradores próximos, incluindo um aluno da Universidade de Kent. Autoridades de saúde iniciaram rastreamento de contatos próximos e ofereceram antibióticos profiláticos.
Quando e onde: o episódio teve início em Canterbury, com notificações oficiais entre 5 e 7 de março. A primeira confirmação externa ocorreu em 13 de março, com registros subsequentes envolvendo França e outras localidades.
Aprofundamento inicial e desdobramentos
Na sexta-feira 13 de março, a UK Health Security Agency (UKHSA) foi informada sobre a primeira pessoa diagnosticada com meningite, um estudante da Universidade de Kent. Contatos próximos foram identificados e receberam antibióticos.
No sábado 14 de março, autoridades francesas alertaram a UKHSA sobre um segundo caso confirmado na França, ligado a um indivíduo que também frequentou a University of Kent. Não havia ligação óbvia entre os dois casos iniciais.
Às 19h de 14 de março, hospitais relataram jovens gravemente adoecidos com sintomas compatíveis com doença meningocócica. A rastreabilidade de contatos começou imediatamente; até terça-feira, foram distribuídas 700 doses de antibióticos.
Resposta das autoridades e vacinação
Às 10h de domingo, 15 de março, a UKHSA acionou resposta ampliada, preparando distribuição mais ampla de antibióticos no campus da universidade em Canterbury. Por volta das 17h, a distribuição começou em duas residências estudantis.
Às 18h de domingo, 16 de março, foi emitido alerta de saúde pública após confirmação de duas mortes na tragédia: um estudante da Universidade de Kent e um aluno do ensino médio em Faversham.
Na segunda-feira, 16 de março, a UKHSA informou diretores de duas escolas sobre dois casos entre alunos de sexto ano, incluindo a escola de Faversham, com envio de cartas aos pais.
Às 9h30 de terça-feira, 17 de março, a UKHSA confirmou que o surto é de meningite bacteriana do tipo MenB. Quatro dos casos iniciais, incluindo as duas fatalidades, pertencem a esse tipo; outros 11 casos estão sob investigação. Também foi informado que pessoas nascidas antes de 2015 não tinham vacina contra MenB.
Ao meio-dia de terça-feira, 17 de março, a UKHSA anunciou um programa de vacinação direcionado contra MenB para estudantes que vivem em alojamentos da Universidade de Kent. A possibilidade de expansão do programa foi mencionada.
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