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Clínicas no Sudão devem enfrentar falta de suprimentos em semanas, diz ONG

Dois semanas para reencaminhar remessas; US$ 600 mil em medicamentos retidos em Dubai podem levar ao desabastecimento de 90 clínicas governamentais sudanesas

Sudanese women lie in beds as they receive treatment for dengue fever at Omdurman Hospital, as Sudan grapples with outbreaks of dengue and cholera amid the annual rainy season and a collapsed healthcare and infrastructure system, in Khartoum
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  • Médias de suprimentos para clínicas no Sudão podem acabar em duas semanas se o remanejamento de remessas não ocorrer devido ao conflito no Oriente Médio, diz Save the Children.
  • Cerca de $600,000 em medicamentos essenciais estão retidos em portos em Dubai.
  • Aproximadamente 90 clínicas controladas pelo governo sudanês atendem cerca de 400 mil pacientes dependentes da fornecimento da ONG.
  • Sem estoques de reserva, pacientes ficariam sem acesso a cuidados básicos; o remanejamento depende de rotas rápidas para o país.
  • Custos de transporte estão subindo e doadores reduziram apoio; orçamento da Save the Children para o Sudão caiu em $4 milhões, para $98 milhões.

O que aconteceu: serviços médicos de emergência em Sudan podem ficar sem estoques em duas semanas devido a conflitos no Oriente Médio, que interromperam as rotas de envio. A ONG Save the Children alerta que remédios essenciais ficam retidos em portos de Dubai.

Quem está envolvido: a blindagem de medicamentos é feita pela Save the Children, citando cerca de 90 postos de saúde do governo sudanês que atendem aproximadamente 400 mil pacientes sem alternativa interna.

Quando e onde: as informações foram divulgadas em 17 de março, em Genebra, com remessas impactadas chegando a Port Sudan e seguindo por estradas até Darfur, afetando a logística de suprimentos.

Por quê: o atraso decorre do conflito no Oriente Médio, que prejudicou cadeias de suprimentos humanitárias e elevou custos de transporte, criando fragilidade de estoques no país em crise.

Detalhes adicionais: cerca de US$ 600 mil em medicamentos ainda estão retidos nos portos de Dubai, segundo a organização. O desabastecimento envolve antibióticos, antimaláricos, analgésicos, febrífios e medicamentos pediátricos.

Desdobramentos: o bloqueio ocorre em meio a críticas de organismos internacionais sobre o peso das cadeias de assistência, com a ONU destacando pressão especialmente na África Subsaariana e em Gaza.

Custos e financiamento: custos de transporte subiram 25% a 30% com o redirecionamento de embarcações pelo Cabo da Boa Esperança. Doadores também reduziram aportes, impactando os planos de ajuda.

Impacto local: o nível de interrupção de frete pode superar o observado no início de crises anteriores, pois há pouca margem de segurança após cortes de ajuda. A direção da Save the Children estima que a demanda aumentará, mas os meios de resposta diminuirão.

Orçamento da organização: o orçamento anual da Save the Children para o Sudão foi reduzido em US$ 4 milhões, totalizando US$ 98 milhões neste ano.

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